As entidades financeiras tradicionais estão hoje amarradas ao seu legacy system

Pedro-Nicolau-CEO-da-askblue

As entidades financeiras tradicionais estão hoje amarradas ao seu legacy system

A jovem askblue faz um balanço muito positivo dos seus sete anos de atividade e, apesar do atual enquadramento económico, mantém-se otimista. Pedro Nicolau, CEO, da consultora explica como se adaptou-se às novas circunstâncias de mercado.

Fundada em 2013, por quatro sócios – Pedro Nicolau, Sofia Bastos Santos, Rui Couto e Ana Rosado – a askblue apoia as empresas e organizações nos processos de transformação digital, bem como na definição das suas estratégias de estruturação de negócio.

No ano passado, uma das apostas da empresa foi o crescimento internacional, investindo numa equipa dedicada que desenvolveu mercados como o Médio Oriente e o Norte da Europa. Agora tem em curso vários projetos no Dubai, na Arábia Saudita e na Holanda.

O CEO Pedro Nicolau falou ao Link To Leaders do percurso e dos objetivos do projeto para este ano. Apesar das contingências provocadas pela pandemia, continua a ter a ambição de superar os 14 milhões de euros e de chegar a uma equipa de 350 pessoas.

De que forma a askblue se está a adaptar a este novo contexto de pandemia da Covid-19?
Conseguimos, num curto espaço de tempo, adaptarmo-nos bem a este novo contexto. Felizmente, as características do nosso negócio permitem que seja possível realizar a totalidade do trabalho remotamente. No entanto, tivemos de garantir algumas condições para que não houvesse quebra de produtividade. Por um lado, acesso à totalidade dos sistemas informáticos dos nossos clientes, o que demorou cerca de duas a três semanas, e, por outro lado, ajuste das metodologias de trabalho que permitissem aos nossos colaboradores continuar a trabalhar em equipa, apesar de separados fisicamente.

Uma vez que a nossa atividade requer uma grande interação com o cliente ao longo do projeto, foram também adaptadas e replaneadas as reuniões de trabalho. Assim, estas passaram a ser mais curtas e mais frequentes.

Ao nível da gestão da empresa e dos departamentos, também tivemos de nos adaptar. O objetivo principal foi manter a rotina, o acesso visual através de ferramentas de colaboração e vídeo chamadas, manter a motivação de todos e a comunicação entre equipas.

Finalmente, dinamizámos a comunicação interna, através da nossa rede social interna, aumentando a frequência de informação e promovendo e incentivando a participação.

“(…) as maiores conquistas que tivemos foram conseguir ser uma empresa apelativa para captar e reter os melhores profissionais (…)”

Que balanço faz destes sete anos de atividade? E que conquistas tem no horizonte para os próximos sete?
O balanço é muito positivo. Consideramos que as maiores conquistas que tivemos foram conseguir ser uma empresa apelativa para captar e reter os melhores profissionais, e, ter a confiança dos clientes para desenvolver projetos críticos e de transformação. Esta deverá ser também a base da fórmula para atingir o sucesso no futuro.

Para os próximos sete anos, o nosso objetivo é desenvolver e crescer nos mercados internacionais, e aprofundar a nossa presença nos setores não financeiros. Queremos reforçar o nosso reconhecimento como uma empresa de referência em Portugal, quer pela sua capacidade de propor soluções de valor acrescentado, quer pela qualidade e experiência dos seus profissionais.

Sabemos que, para continuarmos a crescer a um ritmo acelerado, vamos ter de lidar com novos desafios, nomeadamente manter o nível elevado de qualidade dos nossos serviços, apostar na especialização técnica e funcional, desenvolver ofertas competitivas e sermos inovadores.

Quais os países  regiões que são neste momento a aposta da askblue ao nível da internacionalização?
O Norte da Europa e Estados Unidos. Em ambos os mercados já temos parceiros estabelecidos e projetos em curso.

Quanto faturaram no último ano e o que mais contribui para os resultados?
Faturámos 10,8 milhões e o setor financeiro foi o mercado que mais contribuiu.

“Acreditamos, com a base de informação de que dispomos atualmente e a incerteza associada, que iremos continuar a crescer este ano a dois dígitos (…)”

Quais as perspetivas para este ano? Vão conseguir atingir ao 14 milhões de euros como previsto?
As perspetivas para 2020 eram muito positivas antes de conhecermos esta situação da pandemia. Já foi apurado o primeiro trimestre deste ano e estivemos em linha com o planeado, tanto em volume, como em margem, tendo sido o melhor trimestre de sempre da empresa.

Hoje em dia, o futuro é menos previsível. Sabemos que o nosso setor não é dos mais afetados diretamente, mas os clientes, uns já nesta fase e outros mais tarde, vão sofrer impacto negativo na sua atividade, quer pela redução da faturação quer pelo aumento de custos e, portanto, no futuro poderão recorrer a menos serviços externos.

No entanto, pelo facto de a askblue estar maioritariamente a prestar serviços “core business” em grandes clientes, que dão suporte à atividade diária, não é previsível que os nossos serviços sejam muito afetados. Acreditamos, com a base de informação de que dispomos atualmente e a incerteza associada, que iremos continuar a crescer este ano a dois dígitos, mas tudo dependerá, naturalmente, da evolução da situação ao nível sanitário e, em seguida, da saúde.

Quantos clientes têm atualmente? E quais os setores predominantes?
Temos 33 clientes ativos e o setor predominante é o financeiro, mas temos vindo a desenvolver soluções e projetos em áreas muito diversas, de que é exemplo o retalho.

Quais as soluções da askblue mais requisitadas?
As respostas às solicitações do mercado são apresentadas em quatro vertentes distintas. Em primeiro lugar, numa abordagem de consultoria, propondo o desenvolvimento de projetos de melhoria do desempenho através da reorganização e otimização dos processos de negócio. Uma segunda abordagem é tecnológica, desenvolvendo soluções à medida em plataformas OutSystems, Java e Microsoft .NET.

Outra das vertentes é a gestão da manutenção e evolução do parque aplicacional dos nossos clientes, para o qual temos o nosso askblue technology center (ATC), garantindo deste modo a adoção de novas tendências de mercado, tais como a transformação digital. Por último, e complementando as equipas dos clientes, reforçamos as mesmas com profissionaid da askblue que disponham das skills necessárias nas mais diversas áreas técnicas, metodológicas e funcionais.

As empresas nacionais têm já a capacidade de lançar desafios e de analisar propostas de valor?
As empresas nacionais com que trabalhamos são, em média, extremamente bem organizadas e geridas, tendo profissionais exigentes e competentes. Nesse sentido, os projetos que desenvolvemos são complexos e desafiantes, do ponto de vista do negócio e também do ponto de vista tecnológico.

”(…) é hoje uma realidade a afirmação das fintech e a necessidade que as entidades tradicionais têm de se transformar para não perderem a sua posição de liderança”.

Numa altura em que as fintech começam a ganhar, cada vez mais, relevo em Portugal, a askblue poderá ser o parceiro certo para transformar uma organização e dotá-la do que é necessário para competir neste setor?
As entidades financeiras tradicionais estão hoje amarradas ao seu “legacy system”, a uma pesada estrutura organizacional e têm de estar continuamente a dar resposta aos requisitos regulatórios exigidos pelos bancos centrais. No entanto, é hoje uma realidade a afirmação das fintech e a necessidade que as entidades tradicionais têm de se transformar para não perderem a sua posição de liderança.

A askblue é claramente um parceiro ideal para apoiar as entidades financeiras no seu processo de transformação. Temos várias vantagens neste processo: conhecemos o negócio do setor financeiro, o que nos permite ter abordagens inovadoras, pensar nos desafios do futuro e, simultaneamente, que estas abordagens sejam compatíveis com os requisitos regulatórios. Adicionalmente, dominamos as atuais e novas tecnologias permitindo, desta forma, implementar dentro do “time to market” os novos modelos e serviços que se venham a adotar.

Quais são as características que permitem que uma empresa, apesar de jovem, tenha conseguido implementar-se de forma tão efetiva?
Creio que a razão do sucesso se deve a um conjunto de fatores. Em primeiro lugar, temos uma equipa com uma grande experiência, conhecimento do mercado e reconhecimento. Estes fatores levam a que os clientes tenham confiança nas equipas da askblue com que interagem, que asseguram uma elevada qualidade da entrega. Por último, ou eventualmente até em primeiro lugar, pensámos grande desde o início, definindo uma estrutura organizacional a pensar no crescimento da equipa e da organização.

“Cometer erros faz parte do processo de crescimento da empresa e devem ser compreendidos e corrigidos (…)”

Olhando para trás, o que faria de diferente, se tivesse oportunidade?
De forma geral, considero que as decisões mais importantes foram bem tomadas. Incluo aqui as fundamentais, ou seja, a estratégia e posicionamento da empresa, a nossa organização e oferta, etc. Esta é a vantagem de termos iniciado a atividade com uma equipa de gestão com experiência.

No entanto, e como é natural, também fizemos algumas escolhas que se revelaram menos acertadas, como a do primeiro ERP, que não se revelou adequado, de algumas parcerias que não eram as melhores para o mercado português, e alguns profissionais que não se adaptaram ao nível de exigência pretendido e à cultura empresarial. Cometer erros faz parte do processo de crescimento da empresa e devem ser compreendidos e corrigidos de modo a que a organização se torne cada vez mais eficiente.

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Mercados favoráveis à estratégia da askblue

Mercados favoráveis à estratégia da askblue

A consultora nacional, askblue fez contas aos proveitos obtidos em 2019 e anuncia um encaixe de 10,8 milhões de euros, o que representa um crescimento de 42%, relativamente ao ano anterior. O mercado internacional terá sido decisivo para o desenvolvimento positivo do negócio da empresa, que admitiu ter vindo a aumentar a sua presença além-fronteiras com projetos em diferentes áreas e em geografias atractivas como o Médio Oriente e o Norte da Europa. «Já estão em curso projetos relevantes no Dubai, na Arábia Saudita e na Holanda», destaca a empresa em comunicado.

O setor Financeiro continua a ser o grande foco de crescimento do negócio, mas a diversificação para os segmentos da Indústria, Serviços e Utilities já representa algum peso no volume de negócios, prometendo manifestar-se de forma mais proeminente no próximo ano fiscal. Em termos de projectos, ao apoio ao desenvolvimento de novos negócios, ao reforço da cadeia de valor e à optimização e transformação do desempenho operacional, juntam-se a digitalização e a continuidade do negócio dos clientes, que serão prioridades reforçadas em 2020.

Satisfeito com a operação e qualidade da inovação produzida pela askblue durante 2019, Pedro Nicolau, CEO da empresa, traça um futuro promissor sustentado pelo desenvolvimento de «projetos estratégicos e regulamentares em grandes clientes do setor financeiro nacional», e pelo reforço da aposta em mercados mais sofisticados.  Os objetivos são claros:

«Continuar a crescer, responder aos novos desafios dos clientes, especialmente os novos relacionados com a digitalização, de forma a conseguir responder aos desafios estratégicos e aos específicos desta altura por parte dos clientes.»

Portugal continua ser a principal fonte para aprofundar o conhecimento da empresa, inovar e adquirir referências em áreas novas. A askblue foi distinguida pela Outsystems com o prémio de “Melhor Solução Inovadora da Indústria”, pelo desenvolvimento de uma solução de gestão de benefícios para a Mercer. Também, fruto da parceira com a tecnológica Scytl, implementou com sucesso a solução de voto eletrónico para suportar a eleição do Bastonário da Ordem dos Advogados.

O cenário de prosperidade da askblue em 2019 foi também marcado pelo crescimento orgânico. A empresa aumentou a sua equipa de 230 para 290 colaboradores, uma evolução que foi impulsionada pelo número de projetos adjudicados durante o exercício e pela aposta de contratação de trainees recém-licenciados ou com mestrado em diversas áreas de engenharia, com um substancial investimento na sua formação, nomeadamente através de parceiras com instituições especializadas, tais como, o Instituto Superior Técnico. Entraram na empresa 38 colaboradores com este perfil em 2019. 

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Desenvolvimento centrado em negócio com Story Mapping

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Desenvolvimento centrado em negócio com Story Mapping

Story Mapping é uma técnica que consiste em criar e priorizar user stories, do ponto de vista dos utilizadores e alinhadas com as necessidades de negócio. Adélia Santos explica as vantagens da sua aplicação.

Uma das vantagens da implementação do desenvolvimento de software em Agile é a divisão de grandes conjuntos de requisitos em fatias mais pequenas e verticais de funcionalidades, permitindo uma construção incremental do produto e em que todos os participantes podem acompanhar o resultado do trabalho realizado em cada iteração.

Esta visibilidade ajuda a incentivar uma maior participação dos utilizadores e áreas de negócio no projeto. No entanto, quando começamos a decompor os requisitos, a construção do product backlog pode ficar confuso e ter consequências negativas, uma vez que facilmente se pode perder a visão geral do produto, o que o software deve fazer e como as user stories se devem relacionar de forma coerente, podendo levar ao desenvolvimento de um software que não adiciona valor a negócio.

Story Mapping é uma excelente técnica que consiste em criar e priorizar user stories, do ponto de vista dos utilizadores e alinhadas com as necessidades de negócio.

O ovo de Colombo do story mapping

Story mapping é um método inventado por Jeff Patton e consiste numa técnica utilizada em desenvolvimento de software em Agile, que ajuda a equipa a entender e sistematizar o âmbito do projeto. Complementa as atividades de uma equipa Scrum permitindo reunir uma lista de objetivos na perspetiva do cliente e com o foco no valor de negócio. Um workshop de story mapping é realizado em sessões de dois a três dias, dependendo do objetivo que se pretenda atingir, devendo ser realizada com a equipa técnica, Product Owner, Business Analysts e especialistas de UX.

Vantagens do Story Mapping

Visão global – disponibiliza uma visão holística e espaço para pensar em como as user stories se relacionam;
Versatilidade – pode ser utilizado em várias fases de um projeto, como, por exemplo, num workshop inicial para sistematizar a visão de produto ou aplicado num contexto mais reduzido para redefinir e priorizar as user stories que integram o product backlog;
Conhecimento partilhado – permite construir um entendimento partilhado das funcionalidades a desenvolver e como estas se relacionam. Faz com que os participantes compreendam melhor a visão do produto e promove o debate entre as áreas de negocio e as equipas de IT;
Foco no valor de negócio – permite identificar as dependências e prioridades entre user stories, evitando que a entrega de uma funcionalidade fique condicionada pela dependência de outra, que embora com menor valor de negócio possa impedir a utilização do produto pelos utilizadores.

Criar um Story Mapping

Na construção do story mapping é criada uma visualização simples que suporta a discussão, começando a debater-se os objetivos, as grandes ideias e princípios do produto a desenvolver.

Ao longo do eixo horizontal, e por prioridade, são descritas as atividades que o utilizador pretende realizar no software. No eixo vertical os detalhes associados a cada atividade, que ajudam a criar um backlog mais refinado. A dinâmica é centrada nos utilizadores e fomenta o debate sobre a melhor forma de entregar valor de negócio no mais curto espaço de tempo.

O resultado é uma estrutura simples, em forma de matriz, que conta uma história da esquerda para a direita e a divide em detalhes de cima para baixo.

Narrar a história numa perspetiva futura, i.e., tendo como pressuposto de que forma os utilizadores pretendem realizar as atividades no software a desenvolver, permite explorar os detalhes e as opções, reduzir lacunas, identificar dependências entre atividades e repriorizar o trabalho a desenvolver.

Esta técnica permite ainda identificar o conjunto de funcionalidades que garantem a entrega de uma primeira versão do software que constitua o MVP(Minimum Valuable Product), garantindo entregas significativas e que permitam aos utilizadores realizar uma jornada.

A principal prioridade no desenvolvimento de software em Agile consiste em satisfazer o cliente através da entrega antecipada e contínua de valor. É uma estratégia baseada em colocar o cliente no centro do negócio.

Adélia Santos
Advanced Certified ScrumMaster da askblue

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International Law Firm Vieira de Almeida Prepares for a Digital Future with OutSystems

International Law Firm Vieira de Almeida Prepares for a Digital Future with OutSystems

The firm needed to find a more viable solution. After an assessment of other BPM tools, interactions with OutSystems’ partner askblue evidenced that low-code application development was a better way forward.

Leading Portuguese law firm Vieira de Almeida (VdA) wanted to improve the efficiency of key business processes and free-up its lawyers so they could focus more on adding value for their clients. With OutSystems, the firm has designed and implemented case management and workflow tools that automate and accelerate critical legal processes. But more importantly, VdA is working with OutSystems as a platform to prototype and implement new digital initiatives that will help it thrive in a fast-evolving legal landscape.

Breathing New Life into Old Processes

Challenge – Running a fast-growing business can be exhilarating, but rapid growth doesn’t come without challenges. VdA, one of Portugal’s leading law firms, has experienced fast growth first-hand. With a 40-year track record of providing outstanding legal representation and advice, the firm’s services are highly sought after. Just over the last three years, the firm has increased its headcount from 350 to 500, to handle the growing demand registered both domestically and through its overseas partnerships.

Although VdA’s lawyers are experts in their respective areas of legal practice, they still need to carefully follow established legal procedures in meticulous detail.

The firm was burdened with processes that tied up lawyers with routine administrative tasks. For instance, every time one of VdA’s clients had an interaction with the Portuguese courts, lawyers had to retrieve notifications published in Citius—the national online court management system—feed them into the firm’s document management system, create workflow schedules, and assign tasks to individual lawyers.

This repetitive process was an obvious candidate for automation, but the firm’s attempts to increase efficiency using a business process management (BPM) tool had not been very successful. “The BPM suite we had was very difficult to manage and was not user-friendly,” explains Rui Alves, CIO at VdA. The firm needed to find a more viable solution. After an assessment of other BPM tools, interactions with OutSystems’ partner askblue evidenced that low-code application development was a better way forward.

Moving Beyond BPM, with Low-Code

Solution – The greater flexibility of the OutSystems platform was a critical factor in VdA’s decision to switch to low-code rather than continue its BPM project. The firm has ambitious plans to transform its business through digital technology, so the ability to build a wide range of applications and integrate with all kinds of systems would be vital.

We chose OutSystems because it’s not just a BPM tool. It offers us a strong tool to orchestrate complex case management workflows, but it’s also a platform that will enable us to deploy other new initiatives faster and more easily—and within the same technology stack,” says Rui. “We don’t want to have one tool for each process; we want one tool for all our processes, and for the new solutions we intend to build.

Three askblue developers and a project manager took 16 weeks to deliver the process solution for VdA’s litigation practice area, and subsequently built solutions for four other practice areas over the next three months. The new solutions integrate with robotic process automation (RPA) technology from UiPath to automate the manual effort of retrieving court notifications and setting up schedules and workflows. VdA’s lawyers now have a clearer visibility of their pending tasks in each case and have more time to spend delivering value to clients.

This is an exciting step forward for VdA, positioning the firm in a digital leadership role in its market. “This is the first time a Portuguese law firm has successfully applied RPA to its litigation case management application,” says Muriel Faden da Silva, Head of Quality & Innovation at VdA.

Just three months after go-live, 100 lawyers are already using the new system and the feedback has been very positive. “I’ve had a lot of comments about how much faster and easier to use it is compared to the old BPM tool,” says Pedro Pires Fernandes, senior associate from the litigation practice area. “It’s simpler for lawyers to see the deadlines for all the tasks they need to complete, and they no longer have to do any of that upfront data retrieval and input work.

A Platform for Efficiency and Transformation

Results – As lawyers become accustomed to using the new solution, VdA expects to achieve very high efficiency gains. “The integration between our OutSystems applications and the RPA technology will save us several hours every day,” says Rui. “That’s extra time that our lawyers can spend using their expertise to achieve the best outcomes for our clients.”

Making existing processes more efficient is a critical goal for the firm, but Rui has his sights set on longer-term strategic objectives, too. “We’re on a transformation journey—a gradual adoption of digital tools and new ways of working—so integration between applications and having the agility to change what’s already been built is very important,” he explains. “OutSystems gives us those capabilities, as well as the ability to deploy web and mobile apps, which will be essential as our transformation journey continues.

This digital transformation platform will be critical for VdA’s future. Over the next few years, the Portuguese law sector will see competition from new players, such as consulting firms, offering many of the services traditionally provided solely by law firms.

To remain competitive, VdA will need to evolve, but Rui is confident the firm is ready for the challenge. “We have numerous initiatives that we have already implemented and several ones in the pipeline to help transform the way we do business,” he reveals.

OutSystems is set to play an important role in that transformation, giving us a platform to prototype and implement new ideas. This is bigger than just process improvement—with OutSystems we’re now able to innovate more easily, and I’m excited about what we’ll achieve in the future.

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askblue de novo galardoada, pela OutSystems em 2019, com o prémio Most Innovative Industry Solution

askblue de novo galardoada, pela OutSystems em 2019, com o prémio Most Innovative Industry Solution

A OutSystems homenageou os vencedores do Low-Code Innovation Awards de 2019 nas suas conferências NextStep, realizadas recentemente em Denver e Amsterdão. Os vencedores foram nomeados para as regiões das Américas, EMEA e APAC, representando uma ampla variedade de indústrias e casos de uso inovadores de low-code.

Os OutSystems Innovation Awards reconhecem, honram e comemoram as organizações e pessoas que usam OutSystems para tornar as TI mais proativas, produtivas e essenciais para a criação de valor para o Negócio e impulsionar a inovação.

Os vencedores deste ano destacaram-se nas suas respetivas categorias, exibindo inovação inigualável usando a plataforma OutSystems. Os vencedores e as categorias dos Prémios de Inovação deste ano são:

Melhor Tranformação Digital

  • BRI Security, with OutSystems partner Phoenix Services
  • Colliers International
  • EDP S.A. – Energias de Portugal
  • Powerhouse Retail Solutions, with OutSystems partner Do iT Lean
  • Randon Implementos e Participacões
  • Schneider Electric

Melhor Solução Inovadora da Indústria

  • Chevron, with OutSystems partner Do iT Lean
  • Fujitsu GPMO, with OutSystems partner Providit
  • KBC Bank New York, with OutSystems partner Truewind
  • Mercer Portugal, with OutSystems partner askblue
  • Randstad Brazil, with OutSystems partner Digital Alchimia

Maior Impacto no Negócio

  • Banco Santander Consumer Portugal, with OutSystems partner KPMG
  • GloboSAT
  • Granger Construction, with OutSystems partner Netlink
  • Liberty Insurance
  • Obayashi Road Corp., with OutSystems partner BlueMeme
  • Sispro
  • ZS Associates, with OutSystems partner Netlink

Melhor Uso das Tecnologias Emergentes

  • Analytics2Go, with OutSystems partner Digital Alchimia
  • Jeronimo Martins, with OutSystems partner Truewind
  • Wayne Brothers, with OutSystems partner Do iT Lean
  • Sys Manager

Melhor Modernização do Legacy

  • CEABS Servicos
  • EDP Brasil, with OutSystems partner Mind Source Brasil
  • Prosegur Seguridad, with OutSystems partner Babel
  • ShawCor, with OutSystems partner Do iT Lean
  • Surbana Technologies
  • Western Australia Department of Health, with OutSystems partner Kiandra

Excelência em Mobile

  • Astra Credit Companies, with OutSystems partner Ifabula Digital Kreasi
  • CommunO2
  • FWD Philippines
  • GEMS Education, with OutSystems partner Enterprise Touch
  • Pathway Vet Alliance, with OutSystems partner Truewind

Maior Retorno de Investimento

  • Landus Cooperative, with OutSystems partner Persistent Systems
  • MN Services, with OutSystems partner IG&H
  • Melhor Experiência do Utilizador
  • Lucro, with OutSystems partner Truewind
  • Sompo Seguros
  • Sakata Seeds, with OutSystems partner CTC
  • Thinkmoney

Mais Rápido Time to Market

  • JTC Corporation
  • Medtronic, with OutSystems partner Noesis
  • New York Life, with OutSystems partner Sense Corp
  • OrthoBanc, with OutSystems partner Do iT Lean
  • Wheels

No seu oitavo ano, os vencedores do OutSystems Innovation Awards são selecionados entre os Clientes que usam a plataforma OutSystems de maneiras inovadoras e digitalmente transformadoras. O grupo dos vencedores deste ano do Innovation Awards mostra como a utilização de OutSystems pode transformar os negócios e gerar sucesso sem paralelo.

“Os nossos Clientes reinventaram os seus negócios, alcançaram níveis sem precedentes de ROI e estão inovando sem limites”, disse Carlos Alves, diretor de clientes da OutSystems. “Estamos honrados em ouvir estes casos de uso inovadores dos nossos Clientes e reconhecer empresas, parceiros e indivíduos que utilizam a nossa plataforma de low-code para permitir que empresas de todos os tamanhos transformem os seus negócios”.

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Equilíbrio entre pessoas e tecnologia

Equilíbrio entre pessoas e tecnologia

Empresa portuguesa de consultoria, a askblue tem como objetivo apoiar as empresas e organizações nos processos de transformação digital, bem como na definição das suas estratégias de estruturação de negócio. Uma conversa com Ana Rosado, senior partner da askblue, que nos dá uma perspetiva da evolução da empresa e dos motivos por trás do seu sucesso.

Como começou o projeto da askblue?
A askblue foi fundada por quatro sócios – Pedro Nicolau (CEO), Sofia Bastos Santos, Rui Couto e eu própria – todos com forte experiência de Consultoria e Gestão. O caminho de crescimento que temos feito ao longo destes anos tem sido percorrido por e em conjunto com os clientes. Atualmente já contamos com uma equipa de mais de 200 colaboradores, doa quais uma elevada percentagem de perfis séniores, com as competências e conhecimentos para endereçar os mais complexos desafios tecnológicos e de negócio. E, apesar de termos começado com um forte foco no mercado financeiro, temos vindo a desenvolver projetos, de forma crescente, em outros setores de atividade, como sejam a saúde e o retalho.

Quais são as vossas principais áreas de oferta?
A oferta da askblue abrange as áreas de Consultoria, Tecnologia e Outsourcing. Dada a evolução do mercado e fruto do pedido dos clientes, a empresa lançou uma nova unidade de negócio, dedicada à área de Operações já em 2019. Esta unidade, liderada pelo novo partner, Miguel Freire, incorpora a área de Application Management, responsável pela manutenção evolutiva e suporte aplicacional core e o askblue technology center (ATC), um centro de suporte focado na manutenção de aplicações, e que visa prestar um serviço remoto de manutenção evolutiva e corretiva de aplicações criadas pela askblue ou por terceiros. Esta nova estrutura constitui um sólido exemplo da experiência profissional diversificada de toda a equipa, reconhecida pela sua competência no desenvolvimento de projetos, seja em ambientes nacionais e internacionais, em contextos organizacionais de grande exigência e complexidade.

A empresa tem vindo a crescer de forma contínua. Qual é a base da estratégia de crescimento da askblue para o futuro?
Desde o início que temos apostado na diversificação, e consideramos neste contexto quer a evolução das áreas de negócio quer dos verticais endereçados. A nova unidade de negócio de Operações é claramente parte dessa visão de crescimento que temos para os próximos anos. Adicionalmente, foi criada uma nova unidade para gerir os principais clientes e o mercado internacional, sendo a internacionalização um dos vetores de crescimento para o futuro. Esta estrutura tem como principal responsabilidade coordenar e promover as diversas ofertas nestes mercados, sendo que inicialmente teremos uma equipa dedicada que irá trabalhar prioritariamente alguns mercados específicos. Reforçámos também a nossa equipa de recrutamento para conseguirmos captar os melhores recursos ao ritmo dos novos desafios que nos apresentam, sem nos esquecermos dos desafios que a retenção de talento representa atualmente. Um objetivo de sempre – sermos um parceiro dos nossos clientes na consolidação do seu Presente e na construção do seu Futuro.

 
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Empresa de consultoria aposta nos mercados do Médio Oriente e Norte da Europa

Equipa Askblue

Empresa de consultoria aposta nos mercados do Médio Oriente e Norte da Europa

Com o foco no mercado internacional em 2019, a askblue aposta essencialmente nos mercados do Médio Oriente e do Norte da Europa, nomeadamente no Dubai, na Arábia Saudita e na Holanda. Assim, prevê alcançar um volume de exportação de 750 mil euros neste primeiro ano.

Fundada em 2013 por quatro sócios, Pedro Nicolau, Sofia Bastos Santos, Rui Couto e Ana Rosado, a askblue é uma empresa de consultoria vocacionada para o desenvolvimento de projetos em diferentes setores (financeiro, utilities, saúde, indústria e retalho), que tem como prioridade a resposta eficaz aos mais complexos desafios tecnológicos e de negócio dos seus clientes.

A principal missão da empresa é colaborar com os clientes através do desenvolvimento e implementação de novos negócios, da identificação e exploração de oportunidades de desenvolvimento, da otimização e transformação do desempenho operacional, e do alinhamento da estratégia e dos objetivos das tecnologias de informação com a estratégia e os objetivos do negócio.

No ano passado, a askblue atingiu um volume de negócios de aproximadamente 7,9 milhões de euros, o que corresponde a um crescimento de 66 por cento em relação ao ano anterior. Embora o seu foco principal continue a ser o mercado nacional, a empresa avalia as possibilidades de crescimento no mercado internacional.

As perspetivas para 2019 são positivas e de continuação de crescimento. Tendo como base de análise o comportamento do primeiro trimestre de 2019, em que a empresa atingiu um resultado de 2,4 milhões de euros, é expectável que este ano sejam ultrapassados os 10 milhões de euros em resultados anuais.

Para conseguir responder ao número crescente de solicitações por parte dos clientes para novos projetos, a askblue prevê aumentar o ritmo de contratação e formação de consultores, estando previsto o crescimento da equipa com mais 70 consultores.

Em 2019, a empresa tem apostado no desenvolvimento do mercado internacional, prevendo atingir um volume de exportação de 750 mil euros neste primeiro ano. Para atingir este objetivo, a empresa investiu numa equipa dedicada ao desenvolvimento dos mercados do Médio Oriente e do Norte da Europa. Atualmente já estão em curso vários projetos no Dubai, na Arábia Saudita e na Holanda, precisamente as principais regiões de aposta

No mercado internacional, a askblue tem vindo a desenvolver aplicações informáticas à medida. Estes projetos passam pela identificação dos requisitos do cliente, o desenho da aplicação e a sua implementação na tecnologia mais apropriada. Na Arábia Saudita, a empresa encontra-se a desenvolver uma aplicação semelhante ao Uber Eats para uma organização que tenciona comercializá-la nesse mercado.

Como resposta aos desafios apresentados pela evolução do negócio e pelos pedidos dos seus clientes, a empresa lançou, em janeiro de 2019, uma nova “Business Unit”, que tem como principal responsável Miguel Freire, partner da askblue. Esta “Business Unit” está dedicada à área de serviços de manutenção aplicacional, os quais podem ser executados nas instalações do cliente ou no centro “atc – askblue technology center”, que funciona nas instalações em Lisboa e num novo espaço em Coimbra, a operar desde fevereiro deste ano.

Segundo Pedro Nicolau, CEO da askblue, “A empresa distingue-se cada vez mais no mercado nacional e internacional, devido à diversificada experiência profissional da sua equipa, constituída por profissionais reconhecidos pelo trabalho desenvolvido, bem como à proximidade e compreensão das necessidades dos seus clientes, que permite desenvolver novos negócios, potenciar a cadeia de valor e otimizar e transformar o desempenho operacional em cada projeto desenvolvido. Além disso, é ainda importante referir o compromisso, a flexibilidade e a qualidade dos nossos serviços

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Um líder é mais exigente consigo do que com os outros

Miguel Freire

Um líder é mais exigente consigo do que com os outros

Miguel Freire 52 anos, é o novo sócio e diretor de Operações da askblue.

Já fazia parte da equipa mas vai agora reforçar a sua estrutura societária e de gestão. Miguel Freire, que nos últimos anos geriu a área de consultoria de negócio da askblue vai liderar a nova unidade de negócio da consultora tecnológica portuguesa, focada na manutenção aplicacional. Ao assumir o cargo de diretor de Operações Miguel Freire toma-se também sócio (partner) da empresa. Na sua nova missão estará focado em “dar resposta às constantes evoluções de mercado e às alterações legislativas que têm impacto diário nas aplicações informáticas, cada vez mais complexas. quer do ponto de vista tecnológico quer funcional”, explica.

Formado em Matemáticas Aplicadas e com um percurso de 30 anos de carreira em funções de gestão e coordenação de projetos. Miguel Freire torna-se sócio da askblue num contexto de crescimento da empresa e de diversificação da sua oferta, que deu origem à criação da unidade de Operações.

A estrutura agora criada integrará duas áreas distintas, a Manutenção Aplicacional e o askblue technology center, um centro de suporte implantado em Lisboa e Coimbra (no Instituto Pedro Nunes), que está focado na manutenção evolutiva de projetos nas tecnologias Outsystems e .NET/SQ. Além da gestão e desenvolvimento das operações da empresa, o novo diretor terá como responsabilidade adicional “o desenvolvimento de parcerias, nomeadamente internacionais, orientadas para o reforço da abrangência geográfica e dos modelos de serviços e soluções“, acrescenta.

Gestor experiente – com empresas como a Accenture ou a Oni Telecomunicações no currículo, sempre em cargos de gestão – Miguel Freire tornou-se pela primeira vez líder de equipas aos 31 anos. Hoje como nessa época sabe que a base para construir negócios de sucesso é saber conduzir os profissionais ao sucesso. É por isso que assume como ambição profissional “fazer crescer os profissionais a nível pessoal e profissional. fazendo-os superar de forma progressiva e adequada novos desafios e responsabilidades, incentivando a sua proatividade, positivismo, integridade, ritmo e elevando assim a excelência da empresa como um todo”. Trata-se, enfatiza, “de criar oportunidades de crescimento e desafio adequadas à ambição de todos os elementos da sua equipa”.

Reconhecido entre pares como um líder pragmático, muito focado em resultados e no cumprimento de objetivos, Miguel Freire diz-se mais exigente consigo do que com os outros e defende que esse deve ser o perfil do bom líder. Uma função cuja razão de existir é ajudar as equipas a atingir o seu potencial máximo de desempenho.

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askblue agrega serviços de manutenção em nova unidade

askblue agrega serviços de manutenção em nova unidade

A askblue lançou uma nova área de negócio que vai integrar serviços de manutenção evolutiva e suporte aplicacional core.

Nesta nova unidade de Operações será também integrado o askblue technology center, uma estrutura que se distribui entre Lisboa e Coimbra e que está centrada nas tecnologias OutSystems e .NET/SQL.

O centro corresponde a uma das duas áreas da nova unidade. A outra é de Application Management e encarregar-se-á «da manutenção evolutiva e suporte de aplicações core no cliente, incluindo o desenvolvimento, desenho funcional e técnico, testes, gestão de incidentes e de problemas, bem como linhas de suporte», explica a empresa.

A nova unidade de Operações da askblue vai ser liderada por Miguel Freire, que passa também a assumir funções como partner da empresa. Em comunicado, a askblue destaca que Miguel Freire tem uma «vasta experiência na gestão e coordenação de projetos exigentes em diferentes áreas».

Até final do ano, o askblue technology center vai aumentar a equipa para 20 pessoas. A estrutura presta serviços de suporte remoto, colaborando com as empresas na manutenção de aplicações criadas pela askblue ou por terceiros.

O negócio da askblue estava até agora dividido pelas áreas de negócio dedicadas à Consultoria, Tecnologia e Outsourcing. A criação de uma nova área de negócio é explicada por Pedro Nicolau, CEO da empresa, como «uma evolução natural da nossa oferta e reconhece uma necessidade que temos vindo a identificar nos diferentes clientes».

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Fórum: a banca à medida dos clientes

Fórum: a banca à medida dos clientes

A banca digital está a responder às necessidades dos clientes, habituados a um mundo cada vez mais tecnológico. Pretendemos e podemos resolver os nossos problemas financeiros quando, onde e como queremos.

Foco no Cliente
Élia Faustino, Senior Manager da askblue

A expressão criada em 1909 por Harry Selfridge, “O cliente tem sempre razão” poderia ter sido o mote para a revolução operada pelo novo modelo de negócio da banca digital: altamente orientado para o cliente, para a satisfação das suas necessidades e para o cumprimento das suas expectativas, independentemente do ponto de contacto (físico ou digital).

O modelo de negócio visa responder a uma nova geração de clientes com perfis e expectativas de consumo, que procuram e valorizam um parceiro permanentemente disponível e acessível que satisfaça a suas necessidades e lhes proporcione uma experiência de utilização fácil, rápida, ágil e adequada ao seu perfil.

Estes clientes esperam do seu banco o mesmo tipo de relação digital que mantêm com o seu retalhista online favorito: todos os serviços/produtos, a qualquer hora e em qualquer lugar, sem formalidades e sem deslocações desnecessárias. Ou seja, exigem a mesma eficiência, conveniência, proactividade, acessibilidade, mobilidade e agilidade que exigem da Amazon. A possibilidade de abrir uma conta em minutos, o acesso permanente a um conjunto de serviços que vão desde a simples consulta de saldo até à contratação de operações de crédito, passando pela disponibilização de produtos exclusivos online e pela redução/ausência de custos associados às operações, integram um conjunto de vantagens inequívocas da adesão à banca digital.

Não são apenas as expectativas dos clientes que estão a modelar o negócio, a forma como os players se posicionam e a entrada de novos concorrentes com novos conceitos faz evoluir o ecossistema financeiro vigente, proporcionando adicionalmente um contexto mais ágil, mais transparente e menos burocrático aos clientes.

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