Empresa de consultoria aposta nos mercados do Médio Oriente e Norte da Europa

Equipa Askblue

Empresa de consultoria aposta nos mercados do Médio Oriente e Norte da Europa

Com o foco no mercado internacional em 2019, a askblue aposta essencialmente nos mercados do Médio Oriente e do Norte da Europa, nomeadamente no Dubai, na Arábia Saudita e na Holanda. Assim, prevê alcançar um volume de exportação de 750 mil euros neste primeiro ano.

Fundada em 2013 por quatro sócios, Pedro Nicolau, Sofia Bastos Santos, Rui Couto e Ana Rosado, a askblue é uma empresa de consultoria vocacionada para o desenvolvimento de projetos em diferentes setores (financeiro, utilities, saúde, indústria e retalho), que tem como prioridade a resposta eficaz aos mais complexos desafios tecnológicos e de negócio dos seus clientes.

A principal missão da empresa é colaborar com os clientes através do desenvolvimento e implementação de novos negócios, da identificação e exploração de oportunidades de desenvolvimento, da otimização e transformação do desempenho operacional, e do alinhamento da estratégia e dos objetivos das tecnologias de informação com a estratégia e os objetivos do negócio.

No ano passado, a askblue atingiu um volume de negócios de aproximadamente 7,9 milhões de euros, o que corresponde a um crescimento de 66 por cento em relação ao ano anterior. Embora o seu foco principal continue a ser o mercado nacional, a empresa avalia as possibilidades de crescimento no mercado internacional.

As perspetivas para 2019 são positivas e de continuação de crescimento. Tendo como base de análise o comportamento do primeiro trimestre de 2019, em que a empresa atingiu um resultado de 2,4 milhões de euros, é expectável que este ano sejam ultrapassados os 10 milhões de euros em resultados anuais.

Para conseguir responder ao número crescente de solicitações por parte dos clientes para novos projetos, a askblue prevê aumentar o ritmo de contratação e formação de consultores, estando previsto o crescimento da equipa com mais 70 consultores.

Em 2019, a empresa tem apostado no desenvolvimento do mercado internacional, prevendo atingir um volume de exportação de 750 mil euros neste primeiro ano. Para atingir este objetivo, a empresa investiu numa equipa dedicada ao desenvolvimento dos mercados do Médio Oriente e do Norte da Europa. Atualmente já estão em curso vários projetos no Dubai, na Arábia Saudita e na Holanda, precisamente as principais regiões de aposta

No mercado internacional, a askblue tem vindo a desenvolver aplicações informáticas à medida. Estes projetos passam pela identificação dos requisitos do cliente, o desenho da aplicação e a sua implementação na tecnologia mais apropriada. Na Arábia Saudita, a empresa encontra-se a desenvolver uma aplicação semelhante ao Uber Eats para uma organização que tenciona comercializá-la nesse mercado.

Como resposta aos desafios apresentados pela evolução do negócio e pelos pedidos dos seus clientes, a empresa lançou, em janeiro de 2019, uma nova “Business Unit”, que tem como principal responsável Miguel Freire, partner da askblue. Esta “Business Unit” está dedicada à área de serviços de manutenção aplicacional, os quais podem ser executados nas instalações do cliente ou no centro “atc – askblue technology center”, que funciona nas instalações em Lisboa e num novo espaço em Coimbra, a operar desde fevereiro deste ano.

Segundo Pedro Nicolau, CEO da askblue, “A empresa distingue-se cada vez mais no mercado nacional e internacional, devido à diversificada experiência profissional da sua equipa, constituída por profissionais reconhecidos pelo trabalho desenvolvido, bem como à proximidade e compreensão das necessidades dos seus clientes, que permite desenvolver novos negócios, potenciar a cadeia de valor e otimizar e transformar o desempenho operacional em cada projeto desenvolvido. Além disso, é ainda importante referir o compromisso, a flexibilidade e a qualidade dos nossos serviços

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Um líder é mais exigente consigo do que com os outros

Miguel Freire

Um líder é mais exigente consigo do que com os outros

Miguel Freire 52 anos, é o novo sócio e diretor de Operações da askblue.

Já fazia parte da equipa mas vai agora reforçar a sua estrutura societária e de gestão. Miguel Freire, que nos últimos anos geriu a área de consultoria de negócio da askblue vai liderar a nova unidade de negócio da consultora tecnológica portuguesa, focada na manutenção aplicacional. Ao assumir o cargo de diretor de Operações Miguel Freire toma-se também sócio (partner) da empresa. Na sua nova missão estará focado em “dar resposta às constantes evoluções de mercado e às alterações legislativas que têm impacto diário nas aplicações informáticas, cada vez mais complexas. quer do ponto de vista tecnológico quer funcional”, explica.

Formado em Matemáticas Aplicadas e com um percurso de 30 anos de carreira em funções de gestão e coordenação de projetos. Miguel Freire torna-se sócio da askblue num contexto de crescimento da empresa e de diversificação da sua oferta, que deu origem à criação da unidade de Operações.

A estrutura agora criada integrará duas áreas distintas, a Manutenção Aplicacional e o askblue technology center, um centro de suporte implantado em Lisboa e Coimbra (no Instituto Pedro Nunes), que está focado na manutenção evolutiva de projetos nas tecnologias Outsystems e .NET/SQ. Além da gestão e desenvolvimento das operações da empresa, o novo diretor terá como responsabilidade adicional “o desenvolvimento de parcerias, nomeadamente internacionais, orientadas para o reforço da abrangência geográfica e dos modelos de serviços e soluções“, acrescenta.

Gestor experiente – com empresas como a Accenture ou a Oni Telecomunicações no currículo, sempre em cargos de gestão – Miguel Freire tornou-se pela primeira vez líder de equipas aos 31 anos. Hoje como nessa época sabe que a base para construir negócios de sucesso é saber conduzir os profissionais ao sucesso. É por isso que assume como ambição profissional “fazer crescer os profissionais a nível pessoal e profissional. fazendo-os superar de forma progressiva e adequada novos desafios e responsabilidades, incentivando a sua proatividade, positivismo, integridade, ritmo e elevando assim a excelência da empresa como um todo”. Trata-se, enfatiza, “de criar oportunidades de crescimento e desafio adequadas à ambição de todos os elementos da sua equipa”.

Reconhecido entre pares como um líder pragmático, muito focado em resultados e no cumprimento de objetivos, Miguel Freire diz-se mais exigente consigo do que com os outros e defende que esse deve ser o perfil do bom líder. Uma função cuja razão de existir é ajudar as equipas a atingir o seu potencial máximo de desempenho.

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askblue agrega serviços de manutenção em nova unidade

askblue agrega serviços de manutenção em nova unidade

A askblue lançou uma nova área de negócio que vai integrar serviços de manutenção evolutiva e suporte aplicacional core.

Nesta nova unidade de Operações será também integrado o askblue technology center, uma estrutura que se distribui entre Lisboa e Coimbra e que está centrada nas tecnologias OutSystems e .NET/SQL.

O centro corresponde a uma das duas áreas da nova unidade. A outra é de Application Management e encarregar-se-á «da manutenção evolutiva e suporte de aplicações core no cliente, incluindo o desenvolvimento, desenho funcional e técnico, testes, gestão de incidentes e de problemas, bem como linhas de suporte», explica a empresa.

A nova unidade de Operações da askblue vai ser liderada por Miguel Freire, que passa também a assumir funções como partner da empresa. Em comunicado, a askblue destaca que Miguel Freire tem uma «vasta experiência na gestão e coordenação de projetos exigentes em diferentes áreas».

Até final do ano, o askblue technology center vai aumentar a equipa para 20 pessoas. A estrutura presta serviços de suporte remoto, colaborando com as empresas na manutenção de aplicações criadas pela askblue ou por terceiros.

O negócio da askblue estava até agora dividido pelas áreas de negócio dedicadas à Consultoria, Tecnologia e Outsourcing. A criação de uma nova área de negócio é explicada por Pedro Nicolau, CEO da empresa, como «uma evolução natural da nossa oferta e reconhece uma necessidade que temos vindo a identificar nos diferentes clientes».

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Fórum: a banca à medida dos clientes

Fórum: a banca à medida dos clientes

A banca digital está a responder às necessidades dos clientes, habituados a um mundo cada vez mais tecnológico. Pretendemos e podemos resolver os nossos problemas financeiros quando, onde e como queremos.

Foco no Cliente
Élia Faustino, Senior Manager da askblue

A expressão criada em 1909 por Harry Selfridge, “O cliente tem sempre razão” poderia ter sido o mote para a revolução operada pelo novo modelo de negócio da banca digital: altamente orientado para o cliente, para a satisfação das suas necessidades e para o cumprimento das suas expectativas, independentemente do ponto de contacto (físico ou digital).

O modelo de negócio visa responder a uma nova geração de clientes com perfis e expectativas de consumo, que procuram e valorizam um parceiro permanentemente disponível e acessível que satisfaça a suas necessidades e lhes proporcione uma experiência de utilização fácil, rápida, ágil e adequada ao seu perfil.

Estes clientes esperam do seu banco o mesmo tipo de relação digital que mantêm com o seu retalhista online favorito: todos os serviços/produtos, a qualquer hora e em qualquer lugar, sem formalidades e sem deslocações desnecessárias. Ou seja, exigem a mesma eficiência, conveniência, proactividade, acessibilidade, mobilidade e agilidade que exigem da Amazon. A possibilidade de abrir uma conta em minutos, o acesso permanente a um conjunto de serviços que vão desde a simples consulta de saldo até à contratação de operações de crédito, passando pela disponibilização de produtos exclusivos online e pela redução/ausência de custos associados às operações, integram um conjunto de vantagens inequívocas da adesão à banca digital.

Não são apenas as expectativas dos clientes que estão a modelar o negócio, a forma como os players se posicionam e a entrada de novos concorrentes com novos conceitos faz evoluir o ecossistema financeiro vigente, proporcionando adicionalmente um contexto mais ágil, mais transparente e menos burocrático aos clientes.

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AskBlue distinguida como Parceiro do ano da OutSystems

AskBlue distinguida como Parceiro do ano da OutSystems

A empresa nacional de consultoria tecnológica e de negócio foi distinguida como Parceiro do Ano 2018, em Portugal, pela OutSystems. A AskBlue é Elite Partner desde 2018 e conta com uma equipa de 30 profissionais nesta tecnologia.

A AskBlue foi distinguida como “Parceiro do Ano 2018” da OutSystems em Portugal. Esta distinção vem reconhecer o espírito pioneiro da empresa e a aposta estratégica nesta plataforma tecnológica.

Para Pedro Nicolau, CEO da AskBlue, “temos uma aposta de há longa data nesta tecnologia, acompanhando muitos dos nossos clientes nos seus processos de transformação digital com soluções que respondem às suas necessidades de negócio. A distinção que recebemos agora reconhece o empenho e o trabalho desenvolvido ao longo dos anos, assim como o nosso compromisso para com a qualidade e excelência em todos os projetos que temos desenvolvido para e com os nossos clientes”.

A aposta da AskBlue nesta parceria tecnológica enquadra-se na estratégia de crescimento delineada pela empresa, e vem ao encontro do número crescente de pedidos de soluções desenvolvidas na plataforma tecnológica low-code da OutSystems, contribuindo ainda para criar uma base sólida de entrada em competitivos mercados internacionais, através da execução de projetos maioritariamente em regime de nearshore. Parceiro OutSystems desde 2015, a empresa é, desde 2018, OutSystems Elite Partner.
A empresa tem, ao longo dos anos, desenvolvido projetos em organizações dos mais variados setores, do Financeiro à Saúde e Distribuição, Administração Pública e Utilities.

O sucesso atingido assenta na sua capacidade única de, em conjunto com os seus clientes, desenvolver novos negócios, potenciar a cadeia de valor e otimizar e transformar o desempenho operacional em cada projeto. Estes resultados são também reconhecidos pelos clientes, que continuam a optar pela AskBlue para o desenvolvimento de novos e desafiantes projetos.

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Equipas multidisciplinares e comprometidas garantem o sucesso das organizações

Equipas multidisciplinares e comprometidas garantem o sucesso das organizações

Ana Rosado e Sofia Bastos dos Santos, Senior Partners da askblue, em entrevista ao país positivo no Mês da Mulher.

NÓS MULHERES!
É ainda hoje difícil afirmar uma empresa área da tecnologia sendo mulher? Há ainda quem se interrogue sobre as capacidades femininas nestas áreas das tecnologias?
[SBS] Felizmente, a presença das mulheres em todos os sectores de actividade é cada vez maior e a tecnologia não é excepção. As empresas desta área privilegiam, de uma forma geral, a meritocracia, independentemente do género, o que tende a atenuar eventuais preconceitos de qualquer espécie. Claro que a existência de uma cultura de inclusão, bem como de sistemas de avaliação e carreiras bem definidos, constituem factores críticos de sucesso para esta realidade. São contextos que temos na AskBlue desde o primeiro dia e que garantem transparência e equidade na gestão das pessoas.

É fundamental que se continue a lutar pela igualdade de género e oportunidades?
[SBS] Continua a ser fundamental, claro, mas assumirá com certeza formas diferentes de há 50, 60 anos. Felizmente, o legado que deixamos às nossas filhas, neste contexto, é muito diferente daquele que as nossas mães nos deixaram a nós. Mas numa sociedade em que a violência doméstica ainda é notícia todos os dias, e as mulheres são as principais vítimas, é uma sociedade em que ainda há muito trabalho a fazer, num sentido bastante mais amplo que apenas o contexto profissionaL
Fundada em 2013, a AskBlue destaca-se no pano¬rama das tecnologias de informação.

Quais são as características que permitem que uma empresa, apesar de jovem, tenha conseguido implementar-se de forma tão efetiva?
[Ana Rosado] A principal característica diferenciadora da AskBlue é a aposta na criação de uma equipa de excelência desde o início da empresa, capaz de conjugar o conhecimento de tecnologia com o negócio. A equipa é constituída por profissionais reconhecidos no mercado, com experiência profissional diversificada em ambientes nacionais e internacionais e em contextos organizacionais complexos. A estes temos vindo a adicionar um conjunto de pessoas oriundas de diversas áreas científicas, provenientes das melhores universidades, e que formamos nas diversas tecnologias e na nossa cultura de empresa. Estas características permitem que a AskBlue, em conjunto com os seus clientes, desenvolva novos negócios, potenciando a cadeia de valor e otimizando e transformando o desempenho operacional em cada projeto desenvolvido, assegurando o sucesso e o reconhecimento da empresa.

O conhecimento de mercado e recursos humanos especializados são um fator de diferenciação?
[Sofia Bastos dos Santos] Conforme referimos antes, a AskBlue aposta na excelência e na senioridade da equipa, conjugada com uma capacidade de inovar e de procurar sempre as melhores soluções para os requisitos dos nossos clientes. Aliado a uma total transparência nos processos de gestão interna, permite criar um espaço ideal para permitir o desenvolvimento do talento e dos profissionais que, no limite, são a base do reconhecimento da excelência da AskBlue.

Com um volume de negócios de cerca de cinco milhões de euros em 2017, a empresa tem vindo a apostar em novos mercados e setores?
[AR] A AskBlue começou com um forte foco no mercado financeiro , e essa é a génese da empresa. No entanto, temos vindo a desenvolver negócios, de forma crescente, em outros setores de atividade, como sejam a saúde e o retalho. As competências e capacidade de execução da equipa da AskBlue são transversais e podem ser aplicadas em qualquer setor de atividade.

Quais são, efetivamente, os serviços que colocam à disposição dos clientes?
[SBS] Os serviços da AskBlue centram-se nas áreas de consultoria, tecnologia, operações e outsourcing.

A AskBlue é uma empresa que gosta de desafios. As empresas nacionais têm já a capacidade de lançar desafios e de analisar propostas de valor?
[AR] Existe um conjunto alargado de empresas em Portugal com elevados níveis de sofisticação, dos setores tradicionais aos mais diferenciados. O número de novas empresas e startups é um exemplo disto , nomeadamente com ofertas digitais inovadoras, para percebermos que existe um potencial grande de profissionais e empresas capazes de competir a nível globaL A própria Askblue iniciou em 2018 o seu processo de internacionalização, orientado aos mercados da Europa do Norte e Médio Oriente, com resultados notórios e já com projetos em curso.

Em termos futuros, quais são os principais objetivos da AskBlue para 2019?
[SBS] Pretendemos continuar a crescer de forma sustentada e equilibrada. Lançamos recentemente o centro tecnológico – askblue tehcnology center – o qual constitui um extensão importante da nossa capacidade de entregar serviços de desenvolvimento e manutenção e que, com certeza, irá crescer ao longo de 2019. Queremos continuar a afirmar-nos no mercado durante este ano.

Na sua opinião, o que traz a visão feminina para a gestão e alcance do sucesso da AskBlue?
[AR] O sucesso da AskBlue deve-se totalmente ao empenho e compromisso da equipa. Trata-se de uma equipa muito diversa, perfis mais seniores, juniores, técnicos, de negócio, analíticos, comerciais. Todos se complementam com diferentes visões do mesmo problema e dessa complementaridade nascem as boas soluções. Nesse sentido, não se trata de uma visão masculina e feminina, mas sim de diferentes visões de uma equipa multidisciplinar, mobilizadas ao redor de um objectivo e com um grande espiríto de missão que é entregar com qualidade.

DESAFIOS DO MUNDO ATUAL

Hoje, os desafios para as empresas são muitos e a diversos níveis. A oferta da AskBlue foi pensada para ajudar os clientes a responder a estes desafios no sentido de se manterem a par do que melhor se faz?
AR] Claramente. A oferta da askblue foi desenhada tendo em conta a cadeia de valor que os clientes procuram e necessitam. Os desafios da transformação digital não se esgotam de todo na tecnologia. O conhecimento do negócio e dos processos é uma parte importante desta cadeia de valor. Trabalhamos essa componente nas ofertas de consultoria e tecnologia. Nesta última temos obviamente o conhecimento técnico das tecnologias mais presentes nestes processos de transformação digital, por forma a entregarmos um produto final de qualidade. As ofertas de operações e outsourcing completam a cadeia de valor, permitindo aos clientes focar a atenção das suas equipas no que é estratégico em cada momento, e complementar a sua capacidade, com maior ou menor intervenção da sua parte, na gestão do dia a dia, recorrendo às nossas ofertas de operações e outsourcing. Ambas são boas alternativas nomeadamente no tocante à gestão do parque aplicacional que é preciso manter, numa altura da vida das empresas, em que este é cada vez maior, fruto da convivência de ativos que, embora estejam a ser descontinuados, continuam vivos, e de outros, que são produzidos a grande velocidade no âmbito dos processos de transformação digital em curso.

TECNOLOGIA NO SETOR FINANCEIRO

Numa altura em que as Fintech começam a ganhar, cada vez mais, relevo em Portugal, a AskBLue poderá ser o parceiro certo para transformar uma organização e dotá-la do que é necessário para competir neste setor?
[AR] As Fintech são por inerência às exigências do desenvolvimento tecnológico um negócio capital intensivo, que conquistou o seu espaço no mercado muito à base de uma forte diferenciação do preço, quando comparado com os bancos. Um exemplo disto é o negócio gerado no domínio dos pagamentos internos e crossborder. Gerir uma equação de exigência de capital e competitividade preço é um desafio de escala, de valorização do ativo para uma venda futura ou de eminente necessidade de diferenciação do negócio, onde o espaço de oportunidade é cada vez mais difícil. A Ask Blue distingue-se pelo seu profundo conhecimento do negócio do setor financeiro e da sua operacionalidade específica, sendo este capital de conhecimento importante, quer para um banco que decida adquirir e integrar a solução de uma Fintech, quer para uma Fintech que tenha que diferenciar o seu negócio. Presente¬mente as Fintech não são uma área de foco da Askblue.

Os paradigmas de consumo, em termos de instituições financeiras, estão também a mudar. A necessidade aguça o engenho no sentido de criar soluções que respondam, antecipadamente, às necessidades que os clientes possam vir a ter?
[SBS] As organizações do setor financeiro, a exemplo de outros setores, enfrentam desafios na forma de gerir as interações com os seus clientes, proporcionando-lhes uma experiência positiva e acompanhando-os ao longo da sua evolução pessoal e profissionaL Por outro lado, os desafios da regulação também criam pressões para a gestão das organizações. Perceber como servir melhor os clientes, res¬ponder às suas necessidades comportamentais no quadro de uma regulação cada vez mais exigente é seguramente um dos principais desafios de qualquer instituição do setor. Temos estado envolvidos em iniciativas de transformação digital em alguns players importantes do setor, bem como na implementação de iniciativas de carácter legal e regulatório, tal como o RGPD.

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NextStep Outsystems – Amesterdão

NextStep Outsystems – Amesterdão

Innovation Awards 2018 – CTT e AskBlue, como Implementation Partner, distinguidos com o prémio na categoria de Time to Value.

Os CTT foram distinguidos por vários projetos de transformação digital utilizando a plataforma de low code da OutSystems. Entre os projetos distinguidos encontra-se o Processo Aduaneiro, que melhora a experiência de desalfandegamento de objetos extracomunitários.

A AskBlue tem vindo a colaborar com os CTT no desenvolvimento de vários projetos no âmbito da transformação digital em curso nesta Empresa.

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Quem é Quem nas TIC em Portugal

Quem é Quem nas TIC em Portugal

A transformação digital é, em primeiro lugar, a transformação dos negócios. Implica uma redefinição de expectativas, de áreas de atuação das empresas e da forma como gerem as relações com todo o ecossistema em que se inserem, dos clientes aos fornecedores.

Um aspeto fundamental desta mudança é a quebra das barreiras à entrada em muitos mercados proporcionada pela tecnologia. Do sector financeiro à distribuição e aos transportes. Para as organizações nacionais, é essencial compreender esta nova realidade digital assim como a tecnologia pode potenciar o seu crescimento e oferta de novos serviços, tirando partido de um nível de informação sem precedentes, da mobilidade, da computação em nuvem e todas as restantes tecnologias. E capacitando as suas equipas para este novo mundo digital. 

Este é o papel fundamental dos sistemas de informação: tornar possível formas inovadoras de interação e de gestão, com mais e mais detalhada informação sobre os clientes, com a possibilidade de personalizar as ofertas ao nível quase individual e de acompanhar em tempo real a evolução do negócio. E, fundamentalmente, tornando possível a qualquer empreendedor com visão e arrojo, lançar o seu projeto a uma escala global.

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Oportunidades da nova era do setor financeiro

Bolsa de Valore

Oportunidades da nova era do setor financeiro

As instituições mais ágeis a conseguir criar uma experiência de utilização mais sofisticada, integrada e personalizada serão as que vencerão neste novo paradigma.

As novas tecnologias emergentes e a mudança nos hábitos e expectativas de resposta por parte dos consumidores estão a alterar o paradigma em que assentou o sucesso das instituições financeiras.

O mercado regulado, as exigências naturais de alcançar um número máximo de consumidores através de canais presenciais (as agências), os serviços apenas possíveis ao balcão, a gestão “fechada” dos dados e dos pagamentos, os cheques, tudo isto é uma realidade do passado que torna mais difícil competir no mercado atual, em que o digital passou a ser a norma e em que novas regras de operação abriram espaço dos serviços financeiros a novos concorrentes.

Atualmente, a interação é feita na aplicação móvel ou na página de home banking, os tradicionais modelos de aconselhamento financeiro estão rapidamente a ser substituídos pela pesquisa e análise proativa por parte dos consumidores, que sabem, conhecem e comparam online antes de questionar a sua instituição de referência, e que rapidamente mudam caso sintam que estão a ter um serviço de inferior qualidade.

A desintermediação tem vindo a transformar um espaço tradicional para as instituições financeiras, os pagamentos, com um número crescente de transações a ser feito por organizações especializadas em pagamentos online, e até mesmo um dos principais óbices à mudança de instituição bancária, que é a existência de um crédito para aquisição de habitação, se tornou cada vez menos um problema, à medida que as regras para essa transição se tornaram, elas próprios, mais fáceis e ágeis.

Os novos consumidores, os nativos digitais, esperam também das instituições financeiras, a capacidade de responder aos seus novos modelos de interação e estilo de vida. Por último, a regulação criou novos desafios que exigem mais dos sistemas e processos.

Como é natural, este desafio cria também um vasto conjunto de oportunidades para as instituições que sejam mais rápidas e ágeis a tirar partido desta nova realidade, nomeadamente usando a tecnologia para competir de forma eficaz. Porque as novas tecnologias, aliadas à regulação, permitem a entrada de novos players no mercado, ágeis e assentes em paradigmas digitais. Esta é uma época extraordinária, porque se estão a redefinir as expectativas e, por consequência, o âmbito dos serviços prestados pelas instituições financeiras.

Uma parte substancial desta mudança prende-se com a transformação digital dos negócios, em que setores como o retalho e as telecomunicações foram pioneiros nas implementações de soluções omnicanal, as quais criaram novas expectativas aos consumidores, que esperam da sua instituição financeira os mesmos níveis de sofisticação e personalização. As instituições mais ágeis a conseguir criar uma experiência de utilização mais sofisticada, integrada e personalizada serão as que vencerão neste novo paradigma.

Do ponto de vista tecnológico, não existem limitações para o processo de transformação digital das empresas, tanto do lado dos dispositivos e comunicações como nas componentes de software. Hoje em dia, os telemóveis têm mais capacidade de processamento e armazenagem de dados do que os mais potentes computadores pessoais de há cinco anos atrás e o software é desenvolvido através de plataformas de produtividade que reduzem o tempo de entrega para 1/3 do que era normalmente necessário.

Esta nova realidade permite a construção de novas aplicações exigentes num curto espaço de tempo, algumas delas já introduzindo capacidades de inteligência artificial. Estas aplicações ficam acessíveis nos telemóveis que estão no bolso do consumidor, podendo ser utilizadas a qualquer momento do dia.

Assim, este enquadramento que o setor atravessa, numa época de retoma económica, cria oportunidades únicas para a transformação das organizações, numa lógica centrada no cliente (customer-centric) em que a experiência da interação é um aspeto fundamental. Qual o caminho, que estratégia seguir, como servir cada perfil de cliente, que tecnologias implementar e qual o seu ritmo de implementação e como definir os processos que assegurem que todas estas alterações se traduzam num efetivo serviço de excelência para os clientes é o novo desafio a que os bancos devem responder.

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CTT estabelece parcerias para o lançamento de novas aplicações móveis

Entrada dos CTT

CTT estabelece parcerias para o lançamento de novas aplicações móveis

A aplicação móvel CTT vai possibilitar a qualquer utilizador a consulta de mapas para localizar as lojas e postos CTT, pesquisar códigos postais, acompanhar encomendas postais, e solicitar pedidos ‘SIGA’ para reencaminhar o correio. Além disso este serviço permite também consultar os valores em dívida relativos a portagens SCUT e obter referências multibanco para proceder ao seu pagamento.

Os CTT vão passar a ter três novas aplicações móveis disponíveis para os seus clientes. Em comunicado, a empresa de correios portuguesa revela que estabeleceu uma parceria com a OutSystems, empresa de desenvolvimento e oferta de plataformas low-code que permitem um rápido desenvolvimento de aplicações empresariais, esteve na base dos três serviços, que foram desenvolvidos pela “Askblue”, uma consultora vocacionada para o desenvolvimento de projetos e com fortes competências em tecnologias de informação.

A aplicação móvel CTT vai possibilitar a qualquer utilizador a consulta de mapas para localizar as lojas e postos CTT, pesquisar códigos postais, acompanhar encomendas postais, e solicitar pedidos ‘SIGA’ para reencaminhar o correio. Além disso este serviço permite também consultar os valores em dívida relativos a portagens SCUT e obter referências multibanco para proceder ao seu pagamento.

Com o CTT E-Segue os clientes vão poder seguir, alterar e enviar encomendas a partir de um smartphone ou tablet. Estes envios podem ser solicitados em qualquer hora e lugar, com o pagamento a ser feito na aplicação. Por fim, a Via CTT  permitirá receber o correio em formato digital e pode ser consultada a partir do smartphone.

Pedro Gomes, Diretor de Sistemas e Informação dos CTT, refere que “enquanto empresa líder no mercado das comunicações físicas em Portugal, a transformação digital era obrigatória para continuarmos a prestar a melhor experiência aos nossos clientes. A adoção da plataforma OutSystems e a parceria com a Askblue têm sido apoios fundamentais nessa viagem digital dos CTT”.

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