AskBlue distinguida como Parceiro do ano da OutSystems

AskBlue distinguida como Parceiro do ano da OutSystems

A empresa nacional de consultoria tecnológica e de negócio foi distinguida como Parceiro do Ano 2018, em Portugal, pela OutSystems. A AskBlue é Elite Partner desde 2018 e conta com uma equipa de 30 profissionais nesta tecnologia.

A AskBlue foi distinguida como “Parceiro do Ano 2018” da OutSystems em Portugal. Esta distinção vem reconhecer o espírito pioneiro da empresa e a aposta estratégica nesta plataforma tecnológica.

Para Pedro Nicolau, CEO da AskBlue, “temos uma aposta de há longa data nesta tecnologia, acompanhando muitos dos nossos clientes nos seus processos de transformação digital com soluções que respondem às suas necessidades de negócio. A distinção que recebemos agora reconhece o empenho e o trabalho desenvolvido ao longo dos anos, assim como o nosso compromisso para com a qualidade e excelência em todos os projetos que temos desenvolvido para e com os nossos clientes”.

A aposta da AskBlue nesta parceria tecnológica enquadra-se na estratégia de crescimento delineada pela empresa, e vem ao encontro do número crescente de pedidos de soluções desenvolvidas na plataforma tecnológica low-code da OutSystems, contribuindo ainda para criar uma base sólida de entrada em competitivos mercados internacionais, através da execução de projetos maioritariamente em regime de nearshore. Parceiro OutSystems desde 2015, a empresa é, desde 2018, OutSystems Elite Partner.
A empresa tem, ao longo dos anos, desenvolvido projetos em organizações dos mais variados setores, do Financeiro à Saúde e Distribuição, Administração Pública e Utilities.

O sucesso atingido assenta na sua capacidade única de, em conjunto com os seus clientes, desenvolver novos negócios, potenciar a cadeia de valor e otimizar e transformar o desempenho operacional em cada projeto. Estes resultados são também reconhecidos pelos clientes, que continuam a optar pela AskBlue para o desenvolvimento de novos e desafiantes projetos.

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Equipas multidisciplinares e comprometidas garantem o sucesso das organizações

Equipas multidisciplinares e comprometidas garantem o sucesso das organizações

Ana Rosado e Sofia Bastos dos Santos, Senior Partners da askblue, em entrevista ao país positivo no Mês da Mulher.

NÓS MULHERES!
É ainda hoje difícil afirmar uma empresa área da tecnologia sendo mulher? Há ainda quem se interrogue sobre as capacidades femininas nestas áreas das tecnologias?
[SBS] Felizmente, a presença das mulheres em todos os sectores de actividade é cada vez maior e a tecnologia não é excepção. As empresas desta área privilegiam, de uma forma geral, a meritocracia, independentemente do género, o que tende a atenuar eventuais preconceitos de qualquer espécie. Claro que a existência de uma cultura de inclusão, bem como de sistemas de avaliação e carreiras bem definidos, constituem factores críticos de sucesso para esta realidade. São contextos que temos na AskBlue desde o primeiro dia e que garantem transparência e equidade na gestão das pessoas.

É fundamental que se continue a lutar pela igualdade de género e oportunidades?
[SBS] Continua a ser fundamental, claro, mas assumirá com certeza formas diferentes de há 50, 60 anos. Felizmente, o legado que deixamos às nossas filhas, neste contexto, é muito diferente daquele que as nossas mães nos deixaram a nós. Mas numa sociedade em que a violência doméstica ainda é notícia todos os dias, e as mulheres são as principais vítimas, é uma sociedade em que ainda há muito trabalho a fazer, num sentido bastante mais amplo que apenas o contexto profissionaL
Fundada em 2013, a AskBlue destaca-se no pano¬rama das tecnologias de informação.

Quais são as características que permitem que uma empresa, apesar de jovem, tenha conseguido implementar-se de forma tão efetiva?
[Ana Rosado] A principal característica diferenciadora da AskBlue é a aposta na criação de uma equipa de excelência desde o início da empresa, capaz de conjugar o conhecimento de tecnologia com o negócio. A equipa é constituída por profissionais reconhecidos no mercado, com experiência profissional diversificada em ambientes nacionais e internacionais e em contextos organizacionais complexos. A estes temos vindo a adicionar um conjunto de pessoas oriundas de diversas áreas científicas, provenientes das melhores universidades, e que formamos nas diversas tecnologias e na nossa cultura de empresa. Estas características permitem que a AskBlue, em conjunto com os seus clientes, desenvolva novos negócios, potenciando a cadeia de valor e otimizando e transformando o desempenho operacional em cada projeto desenvolvido, assegurando o sucesso e o reconhecimento da empresa.

O conhecimento de mercado e recursos humanos especializados são um fator de diferenciação?
[Sofia Bastos dos Santos] Conforme referimos antes, a AskBlue aposta na excelência e na senioridade da equipa, conjugada com uma capacidade de inovar e de procurar sempre as melhores soluções para os requisitos dos nossos clientes. Aliado a uma total transparência nos processos de gestão interna, permite criar um espaço ideal para permitir o desenvolvimento do talento e dos profissionais que, no limite, são a base do reconhecimento da excelência da AskBlue.

Com um volume de negócios de cerca de cinco milhões de euros em 2017, a empresa tem vindo a apostar em novos mercados e setores?
[AR] A AskBlue começou com um forte foco no mercado financeiro , e essa é a génese da empresa. No entanto, temos vindo a desenvolver negócios, de forma crescente, em outros setores de atividade, como sejam a saúde e o retalho. As competências e capacidade de execução da equipa da AskBlue são transversais e podem ser aplicadas em qualquer setor de atividade.

Quais são, efetivamente, os serviços que colocam à disposição dos clientes?
[SBS] Os serviços da AskBlue centram-se nas áreas de consultoria, tecnologia, operações e outsourcing.

A AskBlue é uma empresa que gosta de desafios. As empresas nacionais têm já a capacidade de lançar desafios e de analisar propostas de valor?
[AR] Existe um conjunto alargado de empresas em Portugal com elevados níveis de sofisticação, dos setores tradicionais aos mais diferenciados. O número de novas empresas e startups é um exemplo disto , nomeadamente com ofertas digitais inovadoras, para percebermos que existe um potencial grande de profissionais e empresas capazes de competir a nível globaL A própria Askblue iniciou em 2018 o seu processo de internacionalização, orientado aos mercados da Europa do Norte e Médio Oriente, com resultados notórios e já com projetos em curso.

Em termos futuros, quais são os principais objetivos da AskBlue para 2019?
[SBS] Pretendemos continuar a crescer de forma sustentada e equilibrada. Lançamos recentemente o centro tecnológico – askblue tehcnology center – o qual constitui um extensão importante da nossa capacidade de entregar serviços de desenvolvimento e manutenção e que, com certeza, irá crescer ao longo de 2019. Queremos continuar a afirmar-nos no mercado durante este ano.

Na sua opinião, o que traz a visão feminina para a gestão e alcance do sucesso da AskBlue?
[AR] O sucesso da AskBlue deve-se totalmente ao empenho e compromisso da equipa. Trata-se de uma equipa muito diversa, perfis mais seniores, juniores, técnicos, de negócio, analíticos, comerciais. Todos se complementam com diferentes visões do mesmo problema e dessa complementaridade nascem as boas soluções. Nesse sentido, não se trata de uma visão masculina e feminina, mas sim de diferentes visões de uma equipa multidisciplinar, mobilizadas ao redor de um objectivo e com um grande espiríto de missão que é entregar com qualidade.

DESAFIOS DO MUNDO ATUAL

Hoje, os desafios para as empresas são muitos e a diversos níveis. A oferta da AskBlue foi pensada para ajudar os clientes a responder a estes desafios no sentido de se manterem a par do que melhor se faz?
AR] Claramente. A oferta da askblue foi desenhada tendo em conta a cadeia de valor que os clientes procuram e necessitam. Os desafios da transformação digital não se esgotam de todo na tecnologia. O conhecimento do negócio e dos processos é uma parte importante desta cadeia de valor. Trabalhamos essa componente nas ofertas de consultoria e tecnologia. Nesta última temos obviamente o conhecimento técnico das tecnologias mais presentes nestes processos de transformação digital, por forma a entregarmos um produto final de qualidade. As ofertas de operações e outsourcing completam a cadeia de valor, permitindo aos clientes focar a atenção das suas equipas no que é estratégico em cada momento, e complementar a sua capacidade, com maior ou menor intervenção da sua parte, na gestão do dia a dia, recorrendo às nossas ofertas de operações e outsourcing. Ambas são boas alternativas nomeadamente no tocante à gestão do parque aplicacional que é preciso manter, numa altura da vida das empresas, em que este é cada vez maior, fruto da convivência de ativos que, embora estejam a ser descontinuados, continuam vivos, e de outros, que são produzidos a grande velocidade no âmbito dos processos de transformação digital em curso.

TECNOLOGIA NO SETOR FINANCEIRO

Numa altura em que as Fintech começam a ganhar, cada vez mais, relevo em Portugal, a AskBLue poderá ser o parceiro certo para transformar uma organização e dotá-la do que é necessário para competir neste setor?
[AR] As Fintech são por inerência às exigências do desenvolvimento tecnológico um negócio capital intensivo, que conquistou o seu espaço no mercado muito à base de uma forte diferenciação do preço, quando comparado com os bancos. Um exemplo disto é o negócio gerado no domínio dos pagamentos internos e crossborder. Gerir uma equação de exigência de capital e competitividade preço é um desafio de escala, de valorização do ativo para uma venda futura ou de eminente necessidade de diferenciação do negócio, onde o espaço de oportunidade é cada vez mais difícil. A Ask Blue distingue-se pelo seu profundo conhecimento do negócio do setor financeiro e da sua operacionalidade específica, sendo este capital de conhecimento importante, quer para um banco que decida adquirir e integrar a solução de uma Fintech, quer para uma Fintech que tenha que diferenciar o seu negócio. Presente¬mente as Fintech não são uma área de foco da Askblue.

Os paradigmas de consumo, em termos de instituições financeiras, estão também a mudar. A necessidade aguça o engenho no sentido de criar soluções que respondam, antecipadamente, às necessidades que os clientes possam vir a ter?
[SBS] As organizações do setor financeiro, a exemplo de outros setores, enfrentam desafios na forma de gerir as interações com os seus clientes, proporcionando-lhes uma experiência positiva e acompanhando-os ao longo da sua evolução pessoal e profissionaL Por outro lado, os desafios da regulação também criam pressões para a gestão das organizações. Perceber como servir melhor os clientes, res¬ponder às suas necessidades comportamentais no quadro de uma regulação cada vez mais exigente é seguramente um dos principais desafios de qualquer instituição do setor. Temos estado envolvidos em iniciativas de transformação digital em alguns players importantes do setor, bem como na implementação de iniciativas de carácter legal e regulatório, tal como o RGPD.

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NextStep Outsystems – Amesterdão

NextStep Outsystems – Amesterdão

Innovation Awards 2018 – CTT e AskBlue, como Implementation Partner, distinguidos com o prémio na categoria de Time to Value.

Os CTT foram distinguidos por vários projetos de transformação digital utilizando a plataforma de low code da OutSystems. Entre os projetos distinguidos encontra-se o Processo Aduaneiro, que melhora a experiência de desalfandegamento de objetos extracomunitários.

A AskBlue tem vindo a colaborar com os CTT no desenvolvimento de vários projetos no âmbito da transformação digital em curso nesta Empresa.

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Quem é Quem nas TIC em Portugal

Quem é Quem nas TIC em Portugal

A transformação digital é, em primeiro lugar, a transformação dos negócios. Implica uma redefinição de expectativas, de áreas de atuação das empresas e da forma como gerem as relações com todo o ecossistema em que se inserem, dos clientes aos fornecedores.

Um aspeto fundamental desta mudança é a quebra das barreiras à entrada em muitos mercados proporcionada pela tecnologia. Do sector financeiro à distribuição e aos transportes. Para as organizações nacionais, é essencial compreender esta nova realidade digital assim como a tecnologia pode potenciar o seu crescimento e oferta de novos serviços, tirando partido de um nível de informação sem precedentes, da mobilidade, da computação em nuvem e todas as restantes tecnologias. E capacitando as suas equipas para este novo mundo digital. 

Este é o papel fundamental dos sistemas de informação: tornar possível formas inovadoras de interação e de gestão, com mais e mais detalhada informação sobre os clientes, com a possibilidade de personalizar as ofertas ao nível quase individual e de acompanhar em tempo real a evolução do negócio. E, fundamentalmente, tornando possível a qualquer empreendedor com visão e arrojo, lançar o seu projeto a uma escala global.

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Oportunidades da nova era do setor financeiro

Bolsa de Valore

Oportunidades da nova era do setor financeiro

As instituições mais ágeis a conseguir criar uma experiência de utilização mais sofisticada, integrada e personalizada serão as que vencerão neste novo paradigma.

As novas tecnologias emergentes e a mudança nos hábitos e expectativas de resposta por parte dos consumidores estão a alterar o paradigma em que assentou o sucesso das instituições financeiras.

O mercado regulado, as exigências naturais de alcançar um número máximo de consumidores através de canais presenciais (as agências), os serviços apenas possíveis ao balcão, a gestão “fechada” dos dados e dos pagamentos, os cheques, tudo isto é uma realidade do passado que torna mais difícil competir no mercado atual, em que o digital passou a ser a norma e em que novas regras de operação abriram espaço dos serviços financeiros a novos concorrentes.

Atualmente, a interação é feita na aplicação móvel ou na página de home banking, os tradicionais modelos de aconselhamento financeiro estão rapidamente a ser substituídos pela pesquisa e análise proativa por parte dos consumidores, que sabem, conhecem e comparam online antes de questionar a sua instituição de referência, e que rapidamente mudam caso sintam que estão a ter um serviço de inferior qualidade.

A desintermediação tem vindo a transformar um espaço tradicional para as instituições financeiras, os pagamentos, com um número crescente de transações a ser feito por organizações especializadas em pagamentos online, e até mesmo um dos principais óbices à mudança de instituição bancária, que é a existência de um crédito para aquisição de habitação, se tornou cada vez menos um problema, à medida que as regras para essa transição se tornaram, elas próprios, mais fáceis e ágeis.

Os novos consumidores, os nativos digitais, esperam também das instituições financeiras, a capacidade de responder aos seus novos modelos de interação e estilo de vida. Por último, a regulação criou novos desafios que exigem mais dos sistemas e processos.

Como é natural, este desafio cria também um vasto conjunto de oportunidades para as instituições que sejam mais rápidas e ágeis a tirar partido desta nova realidade, nomeadamente usando a tecnologia para competir de forma eficaz. Porque as novas tecnologias, aliadas à regulação, permitem a entrada de novos players no mercado, ágeis e assentes em paradigmas digitais. Esta é uma época extraordinária, porque se estão a redefinir as expectativas e, por consequência, o âmbito dos serviços prestados pelas instituições financeiras.

Uma parte substancial desta mudança prende-se com a transformação digital dos negócios, em que setores como o retalho e as telecomunicações foram pioneiros nas implementações de soluções omnicanal, as quais criaram novas expectativas aos consumidores, que esperam da sua instituição financeira os mesmos níveis de sofisticação e personalização. As instituições mais ágeis a conseguir criar uma experiência de utilização mais sofisticada, integrada e personalizada serão as que vencerão neste novo paradigma.

Do ponto de vista tecnológico, não existem limitações para o processo de transformação digital das empresas, tanto do lado dos dispositivos e comunicações como nas componentes de software. Hoje em dia, os telemóveis têm mais capacidade de processamento e armazenagem de dados do que os mais potentes computadores pessoais de há cinco anos atrás e o software é desenvolvido através de plataformas de produtividade que reduzem o tempo de entrega para 1/3 do que era normalmente necessário.

Esta nova realidade permite a construção de novas aplicações exigentes num curto espaço de tempo, algumas delas já introduzindo capacidades de inteligência artificial. Estas aplicações ficam acessíveis nos telemóveis que estão no bolso do consumidor, podendo ser utilizadas a qualquer momento do dia.

Assim, este enquadramento que o setor atravessa, numa época de retoma económica, cria oportunidades únicas para a transformação das organizações, numa lógica centrada no cliente (customer-centric) em que a experiência da interação é um aspeto fundamental. Qual o caminho, que estratégia seguir, como servir cada perfil de cliente, que tecnologias implementar e qual o seu ritmo de implementação e como definir os processos que assegurem que todas estas alterações se traduzam num efetivo serviço de excelência para os clientes é o novo desafio a que os bancos devem responder.

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CTT estabelece parcerias para o lançamento de novas aplicações móveis

Entrada dos CTT

CTT estabelece parcerias para o lançamento de novas aplicações móveis

A aplicação móvel CTT vai possibilitar a qualquer utilizador a consulta de mapas para localizar as lojas e postos CTT, pesquisar códigos postais, acompanhar encomendas postais, e solicitar pedidos ‘SIGA’ para reencaminhar o correio. Além disso este serviço permite também consultar os valores em dívida relativos a portagens SCUT e obter referências multibanco para proceder ao seu pagamento.

Os CTT vão passar a ter três novas aplicações móveis disponíveis para os seus clientes. Em comunicado, a empresa de correios portuguesa revela que estabeleceu uma parceria com a OutSystems, empresa de desenvolvimento e oferta de plataformas low-code que permitem um rápido desenvolvimento de aplicações empresariais, esteve na base dos três serviços, que foram desenvolvidos pela “Askblue”, uma consultora vocacionada para o desenvolvimento de projetos e com fortes competências em tecnologias de informação.

A aplicação móvel CTT vai possibilitar a qualquer utilizador a consulta de mapas para localizar as lojas e postos CTT, pesquisar códigos postais, acompanhar encomendas postais, e solicitar pedidos ‘SIGA’ para reencaminhar o correio. Além disso este serviço permite também consultar os valores em dívida relativos a portagens SCUT e obter referências multibanco para proceder ao seu pagamento.

Com o CTT E-Segue os clientes vão poder seguir, alterar e enviar encomendas a partir de um smartphone ou tablet. Estes envios podem ser solicitados em qualquer hora e lugar, com o pagamento a ser feito na aplicação. Por fim, a Via CTT  permitirá receber o correio em formato digital e pode ser consultada a partir do smartphone.

Pedro Gomes, Diretor de Sistemas e Informação dos CTT, refere que “enquanto empresa líder no mercado das comunicações físicas em Portugal, a transformação digital era obrigatória para continuarmos a prestar a melhor experiência aos nossos clientes. A adoção da plataforma OutSystems e a parceria com a Askblue têm sido apoios fundamentais nessa viagem digital dos CTT”.

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Ordem dos Advogados com nova solução de voto eletrónico

GuilhermeFigueiredo Ordem do Advogados

Ordem dos Advogados com nova solução de voto eletrónico

A consultora portuguesa AskBlue implementou uma solução avançada de voto eletrónico, com base no produto Scytl Online Voting para as eleições do Congresso.

A consultora portuguesa AskBlue implementou uma solução pioneira de voto eletrónico para as eleições do Congresso da Ordem dos Advogados (OA) para facilitar o acesso a partir de qualquer dispositivo: computador, tablet ou smartphone. Logo, visa também estimular a participação nacional dos cerca de 30 mil advogados no escrutínio, uma vez que é um processo que costuma ser realizado presencialmente.

A inovação tecnológica em causa é suportada pelo produto Scytl Online Voting, uma tecnologia de voto eletrónico que já foi utilizada em países como os Estados Unidos da América, o Canadá, o Reino Unido, a França ou a Alemanha.

“A utilização da solução foi uma agradável surpresa, pela facilidade e adesão registada ao voto eletrónico. Foi uma excelente experiência e permitiu prepararmo-nos melhor para que as próximas eleições dos órgãos sociais venham a ser um sucesso ”, afirmou Guilherme Figueiredo, bastonário da OA.

A plataforma agrega sete assembleias de voto com listas distintas de candidatos, sendo que a sua segurança deve-se seu protocolo criptográfico patenteado (chaves criptográficas digitais privadas).Segundo Ana Rosado, partner da AskBlue, “o voto eletrónico tem o forte potencial de aproximar cidadãos e organizações, contribuindo para sociedades mais inclusivas e esclarecidas”.

Já Filipe Castro, diretor de vendas da Scytl, considera que este foi um projeto inovador “sem paralelo no setor da advocacia em Portugal”. “Acreditamos que é uma solução pioneira e com inúmeras possibilidades de crescimento em Portugal, nos mais variados setores de atividade”, acrescentou.

Através de um recibo de votação, os eleitores podem verificar, de forma anónima, se o seu voto foi registado pelo sistema Scytl Online Voting, auditado e certificado por vários governos a nível mundial.

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O Tratamento de Dados Pessoais é um Corporate Risk

Bandeira Europeia com cadeado RGPD

O Tratamento de Dados Pessoais é um Corporate Risk

A Sócia da AskBiue tem assessorado várias empresas na implementação do Regulamento Geral de Proteção de Dados. Apesar do período transitório de dois anos que as empresas tiveram para efetuarem as necessárias adaptações, Sofia Bastos dos Santos nota que, sensivelmente após o segundo semestre de 2017, começou a haver essa preocupação. Por outro lado, as empresas “perceberam o RGPD somente como um problema de natureza eminentemente jurídico-legal e de segurança informática”

As empresas têm vindo a adaptar-se atempadamente para cumprir com as regras do RGPD?
O Regulamento (UE) 2016/679 do Parlamento e do Conselho Europeu de 27 de abril de 2016, relativo à proteção das pessoas singulares no que diz respeito ao tratamento de dados pessoais e à livre circulação desses dados, entrou em vigor, de forma simultânea, em 25 de maio de 2016, em todos os Estados-Membros da União Europeia. O Regulamento impõe uma disciplina uniforme entre os vários Estados-Membros a partir de 25 maio de 2018, data em que termina o período transitório de dois anos nele previsto. As empresas e as organizações, privadas e públicas, passam a estar sujeitas a um conjunto de regras de obrigações, cujo incumprimento conduzirá à aplicação de coimas, até ao maior entre € 20 milhões ou 4% do volume de negócios mundial da organização (existem dois níveis de aplicação de coimas cfr. art. 83.º). Na aplicação das coimas serão tidos em consideração diversos fatores, mas a sua amenização dependerá da capacidade das organizações demonstrarem a aplicação das medidas de proreção de dados adequadas. O novo quadro sancionatório eleva a privacidade e a segurança da informação relativa ao tratamento de dado pessoais a um Corporate Risk, conduzindo necessariamente a que as organizações considerem esta matéria nas suas orientações e decisões de gestão. Observamos no mercado português que as organizações começaram de uma forma geral a mobilizar-se para a necessidade de analisar as disposições e implicações do RGPD sensivelmente a partir do final do primeiro semestre de 2017. O período transitório de dois anos não foi de facto aproveitado, na avaliação dos impactos e das necessidades de investimento, na formulação de prioridades e opções e no planeamento das ações a desenvolver.

Constatámos, numa primeira fase, que as organizações perceberam o Regulamento somente como um problema de natureza eminentemente jurídico-legal e de segurança informática e, consequentemente, uma matéria a endereçar e resolver através do recurso a competências e meios nestes dois domínios e disciplinas de intervenção.

Quais as principais dúvidas colocadas pelas empresas que vos solicitam assessoria quanto ao novo RGPD?
As dúvidas e as solicitações de assessoria dirigiram-se aos aspetos formais da conformidade legal com as disposições do Regulamento e em paralelo à identificação das opções tecnológicas, ou seja, em termos da recomendação de soluções de software, a adorar em resposta às medidas de segurança no tratamento de dados pessoais. A formulação dos pedidos de assessoria traduziu-se, muito frequentemente, numa consulta ou/ e pedido de prestação de serviços profissionais para a “implementação dos requisitos mínimos do RGPD” na organização em causa. Esta abordagem tem implícita a perceção comum às organizações do carácter supostamente prescritivo do ·Regulamento e também da suposição frequente assumida pelos gestores da existência de “requisitos mínimos” de conformidade. O Regulamento define princípios, estabelece regras e obrigações a observar pelos responsáveis pelo tratamento de dados, pelos seus eventuais subcontratantes e responsáveis conjuntos, mas não é prescritivo quanto às medidas, em especial as de segurança, de natureza técnica e organizativa/ processual, ou procedimental (art. 32.0), a implementar pelas organizações. Não o é, nem em rigor o deveria ser. Uma medida de segurança, independentemente da sua natureza, visa a atuação sobre um risco identificado, com um dado objetivo de controlo, a prevenção do risco; a sua eliminação, ou até a transferência para terceiros (exemplo: contrato de seguro). Os riscos decorrem das vulnerabilidades existentes e incidem sobre os ativos de uma organização, neles se incluem os ativos de informação, designadamente a informação que resulta do tratamento de dados pessoais. Os riscos associados às distintas atividades económicas são naturalmente diferentes, não obstante possam existir alguns riscos comuns. Num dado setor de atividade económica, organizações operacionalmente diferentes, ao nível do seu modelo organizativo, dos seus processos de negócio e da tecnologia de suporte (software, bases de dados e infraestrutura de hardware, comunicações, entre outros elementos), terão necessariamente vulnerabilidades distintas. A avaliação integrada de riscos e das vulnerabilidades permite definir os objetivos de controlo e, em função destes, determinar as medidas de segurança necessárias, que poderão ser de distintas naturezas e tipologias (organizativa, processual, tecnológicas), individualmente consideradas ou conjugadas entre si. Dito isto, “a implementação” dos requisitos de conformidade com o RGPD exige um exercício prévio de identificação e avaliação de riscos e de vulnerabilidades e decisões da gestão das organizações quanto aos objetivos de controlo e, consequentemente, às ações a desenvolver para os endereçar.

E a adoção de outro tipo de soluções que o mercado oferece?
Recomendações e/ou adoções de soluções de software, embora amplamente divulgadas no mercado, sem a adequada avaliação do contexto organizacional em todas as dimensões relevantes para a formação e desconstrução do problema, podem ter o mesmo efeito daquele que resulta do tratamento de uma “infeção viral com antibiótico” ou do tratamento de uma “infeção bacteriana com o antibiótico errado”. As medidas de segurança têm que responder ao(s) objetivo(s) de controlo do(s) risco(s), mas a sua escolha e a sua implementação têm que ser coerente e consistente. Coerente, porque o resultado de uma medida de segurança pode depender da implementação prévia de outra medida de segurança ou do desenvolvimento de um conjunto de ações que são por si mesmas um pré-requisito à implementação dessa medida. Estas variáveis têm que ser endereçadas através do planeamento. Consistente, porque gerir e controlar risco é inevitavelmente um exercício de viabilidade económica e financeira para as organizações. Minimizar risco significa também maximizar o controlo, o que pressupõe investimentos e variações nos custos operacionais, presentes e futuros. Assim, da determinação das medidas de segurança necessárias à efetiva conformidade da organização com o RGPD, à adequação das medidas de segurança, para salvaguarda da privacidade e segurança da informação relativa a dados pessoais, emerge um quadro de opções, naturalmente complexo, face à restrição financeira. Os recursos são sempre limitados. A regulação não gera negócio e, como tal, o RGPD será um desafio à gestão das organizações.

Crê na boa preparação das empresas para cumprir com a nova legislação, após 25 de maio?
Penso que, até ao final de 2018, a maioria das organizações do setor privado se concentrarão e trabalharão no sentido de se prepararem para responder aos aspetos de conformidade formal com o RGPD, no que se refere ao cumprimento das disposições relativas aos Princípios Básicos do Tratamento de Dados Pessoais, incluindo as condições de consentimento (artigos 5.0 a 11.0), aos Direitos dos Titulares dos Dados (artigos 12.0 a 15.0) e ainda ao Registo das Atividades de Tratamento (cfr. Artigo 30.º). Contudo, a complexidade, o esforço e o enorme desafio para todas as organizações, sem exceção, está na conformidade com os princípios e disposições previstos nos artigos 25.º e 32.º do Regulamento, destinados a promover a responsabilização das organizações, respetivamente: proteção de dados desde a conceção e por defeito; segurança do tratamento. A conformidade com estes dois artigos não é uma ação, é sim um processo que exige visão, recursos, planeamento e tempo de execução, pelas razões que procurei explicitar até aqui. É uma realidade incontornável que o período transitório previsto no Regulamento termina a 25 de maio de 2018, data a partir da qual se espera que vigore uma disciplina uniforme entre os vanos Estados-Membros da União Europeia. A privacidade e a segurança da informação relativa a dados pessoais são de facto apenas mais duas dimensões de risco a acrescentar ao ecossistema global de uma organização, a contemplar num “Referencial de Gestão Integrada do Risco”, que se requer multidisciplinar e parte integrante das disciplinas internas de gestão de uma organização. É esta a mudança no paradigma de gestão que se impõe às organizações em Portugal.

Uma questão prática: como é que se exige que um terceiro – sem qualquer relação contratual com o consumidor – seja obrigado a eliminar e a esquecer dados pessoais?
O Regulamento define dois conceitos, o de Responsável pelo tratamento de dados, que “determina as finalidades e os meios de tratamento dos dados pessoais”, e o de Subcontratante, que “trata os dados pessoais por conta do Responsável pelo tratamento e de acordo com as suas instruções” (art. 28.º). O Regulamento introduz um novo papel e novas responsabilidades acrescidas para as entidades subcontratadas. Os Subcontratantes devem apresentar garantias de execução de medidas de segurança adequadas a proteger os direitos dos titulares dos dados e não podem contratar subcontratantes sem autorização do Responsável pelo tratamento de dados. O titular dos dados exerce os seus direitos, neles se incluindo o direito ao esquecimento, perante a entidade Responsável pelo tratamento de dados, assumindo obviamente que o tratamento de dados pelo Responsável é lícito nos termos previstos pelo RGPD. Na sociedade atual em que os dados e a informação neles contida é transmitida de forma voluntária pelos titulares, circulando através dos múltiplos canais e repositórios de dados distribuídos, etc., os comportamentos individuais podem conduzir lamentavelmente à abdicação de direitos. Neste ponto, acredito que é a educação a variável que fará a diferença…

Que papel devem ter as autoridades de supervisão?
O papel das autoridades de supervisão é fundamental e será um pilar do sistema. Os níveis de experiência, de organização e de preparação das autoridades de supervisão no quadro dos distintos países da UE é muito díspar. A capacidade e o efetivo exercício da função de supervisão dependem da adequação da estrutura organizativa, das competências internas, necessariamente multidisciplinares e obviamente dos meios financeiros, mas em resposta a um plano de alinhamento estratégico com um dado referencial, isto é, com um “modelo de supervisão alvo”, tecnicamente viável, face ao ponto de partida atual, e financeiramente sustentável. Em Portugal não precisamos de “inventar a roda”, temos que saber olhar criticamente para outras realidades, ver o que funciona e já deu provas de resultar.

Que desafios vem colocar a tecnologia blockchain à legislação de proteção de dados?
A tecnologia blockchain é algo ainda muito novo, com um espectro de aplicação potencial vastíssimo. A desintermediação na vida económica e no plano social poderá ser no limite total, com um impacto na sociedade, tal como a conhecemos hoje, ainda não previsível. Não tenho uma opinião formada, tenho apenas reflexões, as mesmas que me fazem pensar que a internet viabilizou as mesmas redes sociais que permitiram a “Primavera Árabe” e a Cambridge Analytics. A evolução tecnológica determinará a necessidade de revisão constante da regulação. Face à tecnologia blockchain, certamente não estaremos a falar no futuro do RGPD, mas sim de outra qualquer regulação.

E relativamente à inteligência artificial?
Ao contrário, a inteligência artificial já é uma realidade, mas ainda é uma tecnologia muito cara, daí a sua aplicação por enquanto restrita. Com a inteligência artificial, o software tem a capacidade de aprender com o comportamento humano. O exemplo mais fácil e intuitivo é o dos carros com piloto automático. Estes carros existem, porque o software programou-se a partir da leitura do modo de condução de humanos “bons condutores”, ou seja, os algoritmos matemáticos na inteligência artificial desenvolvem-se a partir da interação simultânea com o comportamento humano. Dito de outra forma, com a inteligência artificial os algoritmos do software incorporam o comportamento humano. Ora o comportamento é um código único do seu titular, e sendo um “bom comportamento” é um ativo do seu titular, porque passou a ter valor de mercado. Creio que na inteligência artificial o que está em causa em termos do Direito não é a proteção dos dados pessoais dos titulares, mas sim a “incorporação de direitos” na construção do software, pelos proprietários dos “bons comportamentos”. Se os proprietários dos “bons comportamentos” são os seres humanos, claramente terá que ser a tributação específica e diferenciada a via de resolução da incorporação de Direitos do Homem no software com inteligência artificial. Para isso a economia desenvolveu no passado a “Teoria das Externalidades”. Atividades económicas com externalidades negativas sofrem impostos acrescidos, por outro lado, atividades económicas com externalidades positivas devem ter benefícios ou redução de impostos. A inteligência artificial aplicada à saúde tem valor social, noutros casos causará impactos sociais negativos e o que está em causa é o desemprego. A inteligência artificial obrigará as sociedades a repensar a tributação, a qual terá que cumprir a sua função redistributiva. A teoria económica existe e já é antiga, a sua aplicação será uma questão política.Este é o papel fundamental dos sistemas de informação: tornar possível formas inovadoras de interação e de gestão, com mais e mais detalhada informação sobre os clientes, com a possibilidade de personalizar as ofertas ao nível quase individual e de acompanhar em tempo real a evolução do negócio. E, fundamentalmente, tornando possível a qualquer empreendedor com visão e arrojo, lançar o seu projeto a uma escala global.

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Askblue facturou 4,7 milhões em 2017

Equipa Askblue

AskBlue facturou 4,7 milhões em 2017

A consultora alargou a sua actividade ao sector segurado, da Saúde, distribuição, Administração Pública e utilities.

A AskBlue registou em 2017 um volume de negócios de 4,7 milhões de euros, parte da qual já realizada noutros sectores daquele da banca. Durante o ano passado, a consultora alargou a sua actividade aos segmentos segurador, da Saúde e da distribuição, Administração Pública e utilities.

No decurso do ano transacto, a empresa desenvolveu, entre outros, projetos nas áreas de
mobilidade, desenvolvimento aplicacional de excelência, digitalização e automatização de
processos de negócio, detalha um comunicado. Para sustentar o crescimento do negócio, a equipa de profissionais da AskBlue, com perfil maioritariamente sénior, cresceu para um total próximo dos 150 consultores.

Por último, dando continuidade à aposta estratégica feita no ano anterior, 2017 permitiu também aprofundar e alargar as parcerias estabelecidas com empresas como a OutSystems e a Computer Associates. “Reforçámos as parcerias estabelecidas na sequência do forte crescimento registado em 2016, e criámos bases sólidas para um crescimento sustentado nos próximos anos”, para Pedro Nicolau, CEO da AskBlue.

A aposta da consultora nas referidas parcerias enquadra-se na sua estratégia de crescimento e internacionalização, com potencial de contribuírem para criar uma “base sólida de entrada em competitivos mercados” estrangeiros, visando “a exportação de recursos especializados” nas tecnologias dos parceiros.

A AskBlue quer reforçar as competências internas das equipas de consultores, apostar contratação e formação de recém-licenciados.

Actualmente a consultora mantém três unidades de negócio: consultoria de negócio, consultoria
tecnológica e outsourcing especializado. A estrutura funciona com base em competências
comerciais e técnicas, procurando criar sinergias em competências e proporcionar um serviço
ao cliente mais especializado e eficiente.

De acordo com a empresa, as suas prioridades para o corrente ano são manter o foco na qualidade de serviço e crescer em todas as unidades de negócio. “Para o conseguir, a empresa irá reforçar as competências internas das equipas de consultores, apostar contratação e formação de recém-licenciados através de um bem-sucedido programa de estágios e manter o investimento em ferramentas e metodologias de apoio aos projetos”, diz um comunicado.

 
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Askblue prevê receitas de 6 milhões em 2018 e olha internacionalização

Pedro Nicolau CEO Askblue

AskBlue prevê receitas de 6 milhões em 2018 e olha internacionalização

A consultora portuguesa AskBlue prevê crescer 30% em volume de negócios em 2018 e planeia dar este ano os primeiros passos no mercado internacional.

A portuguesa AskBlue, consultora de negócio e tecnológica, prevê crescer perto de 30% e atingir receitas de seis milhões de euros em 2018, ano em que vai dar os primeiros passos no mercado internacional. Pedro Nicolau, presidente executivo da consultora, afirmou, em entrevista ao Dinheiro Vivo, que o Centro e Norte da Europa são o foco da AskBlue na internacionalização, não excluindo a abertura de um escritório no exterior, no futuro.

Depois de, em 2016, a consultora ter duplicado em número de colaboradores e volume de negócios – para os quatro milhões de euros -, o ano passado foi de melhoria da eficiência da companhia e de consolidação. “O ano de 2017 foi um ano de consolidação. E, mesmo assim, foi um ano em que crescemos 20% e, preparamo-nos, para, em 2018, continuar a crescer em volume de negócios e número de pessoas”, afirmou em entrevista ao Dinheiro Vivo. “Temos boas perspetivas para 2018. O mês de janeiro foi o melhor mês da companhia em termos de volume de negócios. O nosso objetivo é chegar aos seis milhões de euros em 2018. Eu diria que, pelo que se viu em janeiro, não será um objetivo muito difícil”, disse. A AskBlue fechou 2017 com um volume de negócios de cerca de 4,7 milhões de euros e 130 colaboradores. A consultora criada em 2013 por quatro sócios – Pedro Nicolau, Sofia Bastos Santos, Rui Couto e Ana Rosado-, emprega atualmente cerca de 150 colaboradores e tem resultados positivos desde o ano de 2014. Além de fornecer serviços de consultoria de negócio e tecnológica também fornece outsourcing especializado, sendo esta a área que mais contribui para a faturação da AskBlue.

Internacionalização

O ano de 2018 será marcado pelo avanço para outros mercados. “Este ano vamos dar os primeiros passos e queremos fazer já alguns projetos no mercado internacional e em 2019 vamos com certeza desenvolver o mercado internacional”, disse Pedro Nicolau. A internacionalização será feita de mão dada com parceiros mas também com a oferta da própria consultora, que conta com parcerias com companhias de relevo, como a Computer Associates, Workfusion e a portuguesa OutSystems.

A consultora tem em três dos seus fundadores a experiência passada no setor da consultoria. No caso de Pedro Nicolau, passou pela Deloitte e pela Reditus Consulting. A AskBlue conta com cerca de 20 clientes, sobretudo no setor financeiro, com destaque para um projeto que desenvolveu para o Banco CTT. No entanto, alargou a sua área de atividade e conta agora com clientes na área da distribuição e saúde, além do setor segurador e administração pública. “A evolução neste ano que passou deu-se no alargamento a outros setores e a outros clientes, e no crescimento registado, em pessoas, parcerias e projetos. E a manutenção de uma excelente taxa de retenção dos membros da equipa AskBlue, um facto pouco comum no setor”, afirmou o mesmo responsável. Já teve interessados em adquirir a companhia, mas o objetivo da AskBlue é continuar a ‘solo’. “Acabámos por não mostrar interesse (em ser adquiridos) porque achamos que estamos bem sozinhos, conseguimos crescer sozinhos e é importante ter empresas portuguesas neste setor”, disse Pedro Nicolau.

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