A transformação digital está morta! Viva a transformação (digital)

A transformação digital está morta! Viva a transformação (digital)

A transformação digital não é um fim em sim mesmo, mas uma forma de suportar a transformação do negócio

– Pai, eu quero ser youtuber!, afirma o filho, de 12 anos.
– Então, Diogo, não queres antes jogar como o Cristiano?
– Não, pai! Eu quero uma profissão digital!
Um influencer não está preocupado com a tecnologia digital do YouTube nem conhece os métodos analíticos e os algoritmos de inteligência artificial que promovem as suas publicações. A sua principal preocupação são os seus conteúdos e a sua audiência. De forma semelhante, um colaborador de uma empresa não deverá estar preocupado com a tecnologia digital que o suporta, mas sim com o seu negócio.

A transformação digital não é um fim em si mesmo, mas uma forma de suportar a transformação do negócio que deve ter por base as necessidades e respetivas jornadas de cliente. Quando está orientada para o negócio, deverá sempre ser iniciada com um fim em vista: melhorar a experiência de cliente, tornar um processo mais eficaz e/ou eficiente, melhorar a qualidade, etc.

Transformar com as pessoas

São as pessoas que transformam as empresas. Num programa de gestão da mudança, o envolvimento, desde uma fase inicial, de pessoas de diferentes áreas (marketing, vendas, serviço ao cliente, sistemas de informação, etc.) e de diferentes formações (gestão, engenharia, direito, etc.) é um fator crítico de sucesso para a definição e utilização efetiva, pelos mesmos, da nova aplicação ou processo. A opinião dos diferentes stakeholders é tida em conta numa fase inicial e a solução é construída com e para eles. É também nesta fase que são “negociados” compromissos, como, por exemplo, o lançamento de uma primeira versão com um subconjunto das funcionalidades acordado e a evolução a partir daí.

A adoção das soluções pelos utilizadores é outro fator crítico do sucesso. Para a maximizar realizam-se normalmente várias sessões (agora virtuais) no início do projeto, durante uma semana, onde são criadas com os stakeholders as jornadas de cliente e as funcionalidades disponíveis para os perfis que vão utilizar a solução. Esta flexibilidade permite às pessoas dormir sobre o assunto e, não raras vezes, mudarem de ideias no dia seguinte.

Esta nova forma de entregar projetos começa com uma simples ideia (o típico “era giro…”), que se materializa, no final da primeira semana, num documento de requisitos e numa estimativa do esforço associado. Durante o desenvolvimento podem-se sempre ir fazendo correções/afinamentos, desde que avaliado o impacto das mesmas face às estimativas de esforço e plano apresentadas.

Esta abordagem tem tido grande aceitação entre os nossos clientes, em particular nos projetos desenvolvidos para o mercado norte-americano.

Transformar com ajuda de plataformas

No atual contexto, onde a única certeza é a necessidade de estar preparado para a mudança, é fundamental o recurso a plataformas para se poder ser mais ágil. O desenvolvimento de software não é exceção e a plataforma OutSystems foi utilizada para acelerar o desenvolvimento de vários projetos nossos, alguns dos quais premiados internacionalmente pela própria OutSystems.

No diálogo inicial, a resposta do Diogo é fictícia, com o propósito de suportar a narrativa. A resposta real foi: “O Wuant ganha mais que o Cristiano, quando ele tinha 12 anos.” Seria necessário todo um novo artigo para conhecer as plataformas envolvidas na transferência do dinheiro para o youtuber português e a própria transformação de que o setor financeiro está a ser alvo.

Por Carlos Costa Cruz, (digital) Transformation Lead, askblue

 
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Banco CTT cria portal de parceiros de crédito habitação com tecnologia OutSystems

Banco CTT cria portal de parceiros de crédito habitação com tecnologia OutSystems

Um portal que vai permitir que os mais de 500 intermediários de crédito possam submeter os pedidos de crédito de forma mais simples e rápida. A transformação permite análises quatro vezes mais rápidas e um aumento nas aprovações de créditos concedidos pelo Banco CTT.

A OutSystems,  foi a tecnologia escolhida, pelo banco CTT, para o desenvolvimento do primeiro portal de parceiros de acesso ao crédito habitação. Permitindo que os mais de 500 intermediários de crédito possam submeter os pedidos de crédito de forma mais simples e rápida. A transformação permite análises quatro vezes mais rápidas e um aumento nas aprovações de créditos concedidos pelo Banco CTT.

O parceiro da OutSystems, askblue, trabalhou durante seis meses para que o Banco CTT pudesse lançar a primeira plataforma de pedidos de crédito habitação por parte dos seus intermediários de crédito. “A união entre a visão e ambição do Banco CTT, as competências de negócio e técnicas da askblue e a tecnologia OutSystems, permitiram tornar o Banco CTT o pioneiro em Portugal, na disponibilização de uma solução verdadeiramente integrada nos processos dos Parceiros do Banco CTT.” Afirma Filipe Mestre – Gestor de Projeto na askblue.

Com apenas seis meses de funcionamento, a plataforma já demonstra resultados acima do esperado, nomeadamente no aumento do processamento de pedidos, nos ganhos de eficiência a nível de gestão e nas reações positivas por parte dos mais de 500 parceiros utilizadores.

“Conseguimos alcançar o nosso objetivo de sermos os primeiros a chegar ao mercado com esta solução e, utilizando a plataforma low-code da OutSystems, fomos capazes de criar uma experiência integrada e otimizada para todos os nossos parceiros que nos ajudam a crescer.” explica Luís Brites Santos, Diretor de Negócio Crédito à Habitação do Banco CTT.

Já para Rui Pereira, Co-fundador e Vice Presidente de Transformação Digital da OutSystems, “este é um projeto que demonstra bem o poder da OutSystems que, ao disponibilizar a sua tecnologia low-code, permitiu que a askblue pudesse desenvolver a plataforma em apenas seis meses. O resultado está à vista e o Banco CTT já está a beneficiar de importantes ganhos de eficiência.”

Todo o processo de pedido de crédito habitação por parte dos parceiros estava assente num fluxo de trabalho com emails e, querendo manter-se fiel ao seu posicionamento de agilidade, o Banco CTT, enquanto challenger bank recém-chegado ao setor da banca, quis criar um novo sistema para melhorar todo o processo. A nova plataforma surge assim com um foco especial nas necessidades dos consumidores e parceiros.

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Como criar uma cultura de aprendizagem para um mundo em mudança

Como criar uma cultura de aprendizagem para um mundo em mudança

A capacidade de adaptação e reinvenção de uma empresa, está relacionada com a capacidade de adaptação e crescimento dos seus colaboradores.

Quando iniciámos o ano, numa altura ainda pré-COVID, foi definido um plano para a formação como ferramenta competitiva na captação e retenção do talento. Com as alterações que 2020 nos tem trazido, considerámos que seria necessário rever a estratégia delineada.

Com um mundo em mudança, a forma como nos relacionamos e como trabalhamos alterou-se, aprendemos a trabalhar juntos à distância, a valorizar (ainda mais) o acompanhamento e desenvolvimento das nossas equipas. Revimos as nossas metodologias e estratégias e a própria forma como encaramos a gestão e a formação de recursos humanos sofreu, inevitavelmente, alterações.

Para algumas empresas, por exemplo na área tecnológica, embarcar nesta transformação digital de um dia para o outro foi relativamente simples. Arrumámos a nossa secretária, trouxemos o computador, despedimo-nos à distância e dissemos “até já” ao local que nos acolhe todos os dias. Para outras empresas, esta mudança implicou uma reformulação completa da sua forma de trabalho.

Ao nível da formação, tanto os departamentos de formação/desenvolvimento das empresas como as próprias empresas de formação tiveram de reagir rapidamente, rever e adaptar os planos efectuados, definir novas modalidades e prioridades. Entrámos num mundo mais digital, onde o formato live-training ganhou protagonismo, uma vez que, sendo em real time, continua a assegurar um acompanhamento directo dos formandos, o esclarecimento de dúvidas e a dinâmica na relação entre o formador e os formandos. Assistimos também à proliferação de webinars e eventos 100% online.

O negócio adaptou-se e nós adaptámo-nos com ele. Ou terá sido o contrário?

É aqui que a formação se revela uma ferramenta importante. A capacidade de adaptação e reinvenção de uma empresa, está relacionada com a capacidade de adaptação e crescimento dos seus colaboradores. Investir não só em formação contínua, mas numa cultura de aprendizagem, contribui para que os colaboradores tenham a oportunidade de desenvolver as suas competências de forma transversal e sustentada, sejam elas técnicas, metodológicas ou comportamentais.

O aumento de iniciativas em modo digital, trouxe-nos também o reconhecimento da importância da formação tecnológica no seio das empresas. É preciso, cada vez mais, encarar a formação tecnológica, não só numa perspectiva de requalificação/reconversão profissional, como tem sido aposta de muitas empresas e instituições de ensino, mas como uma forma de adaptar as mais diversas funções a um mundo em constante mudança. É essencial garantir que os colaboradores, independentemente da área e sector em que trabalham, têm a proficiência tecnológica necessária seja para trabalhar remotamente, seja para se adaptarem a novos sistemas, máquinas, etc.

O investimento que uma empresa faz em formação, seja formal ou informal, tem-se assumido com um factor diferenciador e de valor acrescentado para os colaboradores, por exemplo no momento de decisão entre duas empresas. Estes querem sentir que fazem parte de uma empresa que aposta na sua evolução, que os prepara, não só para as funções actuais, mas para aquilo que podem ser no futuro.

A aposta na formação é um investimento, não só no crescimento individual, mas uma aposta no futuro da empresa, na motivação e compromisso dos colaboradores e, consequentemente, na qualidade dos serviços prestados.

Por Sandra Caeiro, Talent and Quality Consultant da askblue

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Uma viagem no tempo a maio de 2022

Uma viagem no tempo a maio de 2022

“Quando a nossa dependência pelos meios digitais vinha a aumentar naturalmente, fomos obrigados a imergir numa overdose de estímulos digitais” – a opinião de Filipe Mestre, manager da askblue

No caminho para o escritório, recordei-me que faz hoje dois anos que me projetei no futuro, tentando imaginar como seria o mundo hoje. AC e DC ganharam mais um significado de mudança no Mundo. Destaco duas grandes mudanças a nível pessoal e duas mudanças profissionais, entre muitas outras. Quando a nossa dependência pelos meios digitais vinha a aumentar naturalmente, fomos obrigados a imergir numa overdose de estímulos digitais. Tornou-se redundante esperarmos ser moda juntarmo-nos numa esplanada. A forçada abstinência relacional fez-nos recordar o valor de um simples abraço. Caminhávamos em passo acelerado para o Homo Connectus, quando no dia seguinte fomos forçados a sê-lo, apercebendo-nos de que o objetivo da digitalização é apenas de aumentar o nosso recurso mais escasso, o Tempo.

Na idade adulta ativa, vivemos com o paradoxo em que, na visão de curto prazo, as nossas ações permitem responder a necessidades imediatas e, na visão de longo prazo, adaptamo-nos hoje para necessidades que prevemos num maior ou menor horizonte temporal. A visão de longo prazo foi claramente influenciada na medida em que pertencemos a gerações que desconheciam a experiência de uma mudança drástica global, o que nos trouxe outro paradoxo: a insegurança futura aliada ao aumento de confiança nas nossas capacidades de adaptação. Estas mudanças permitiram-nos evoluir a nível profissional em dois aspetos – Meritocracia e a Globalização.

A redução da abrangência na comunicação implicou igualmente a redução da componente relacional o que teve como consequência direta o aumento de foco nos resultados do serviço prestado. Uma das principais mudanças na área de Consultoria de IT traduz-se na avaliação dos resultados dos serviços prestados, hoje mais orientados aos resultados. No que diz respeito à Globalização, e ao contrário de outros sectores da economia, os serviços de TI podem, quase na sua totalidade, ser prestados a partir de um computador com acesso à internet, independentemente da geografia, fuso horário, cultura ou idioma. A consequente globalização, iniciada há já algumas décadas, viu agora serem quebradas as últimas resistências dos modelos anacrónicos de Gestão, onde a presença efetiva era considerada uma forma de controlo. Acelerámos a mudança na contratação de serviços, tanto na perspetiva dos clientes como dos fornecedores. Os Clientes estruturaram/amadureceram as suas infraestruturas e os seus modelos de serviço o que lhes trouxe o acesso a novos fornecedores, até então inatingíveis, por desconfiança, incapacidade (falta de estrutura) e valor de investimento (localização de equipas). Os Fornecedores confirmaram que a distância física dos seus colaboradores não os impede de formar equipas eficientes, pelo que têm agora oportunidades de contratação mais amplas e menos focadas em critérios geográficos.

No fundo, 2020 ensinou-nos que nestas alturas nos reinventamos para melhor, mais adaptados, mais atentos e mais conscientes dos nossos valores. Somos mais fortes e sustentados, mantendo próximo o que aprendemos. Nada é garantido, tudo deve ser merecido. Evoluímos profissionalmente, estamos mais globais onde queremos estar e mais locais no que queremos ser, a nossa cultura não mudou, adaptou-se. Esta partilha de ideias decorreu no caminho entre a cozinha e o escritório de minha casa, em Nossa Senhora de Machede, em Évora. Onde o tempo e espaço dilataram, onde a família está mais presente e onde melhor consigo contribuir para a sociedade.

Por Filipe MestreManager da askblue

 
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As entidades financeiras tradicionais estão hoje amarradas ao seu legacy system

Pedro-Nicolau-CEO-da-askblue

As entidades financeiras tradicionais estão hoje amarradas ao seu legacy system

A jovem askblue faz um balanço muito positivo dos seus sete anos de atividade e, apesar do atual enquadramento económico, mantém-se otimista. Pedro Nicolau, CEO, da consultora explica como se adaptou-se às novas circunstâncias de mercado.

Fundada em 2013, por quatro sócios – Pedro Nicolau, Sofia Bastos Santos, Rui Couto e Ana Rosado – a askblue apoia as empresas e organizações nos processos de transformação digital, bem como na definição das suas estratégias de estruturação de negócio.

No ano passado, uma das apostas da empresa foi o crescimento internacional, investindo numa equipa dedicada que desenvolveu mercados como o Médio Oriente e o Norte da Europa. Agora tem em curso vários projetos no Dubai, na Arábia Saudita e na Holanda.

O CEO Pedro Nicolau falou ao Link To Leaders do percurso e dos objetivos do projeto para este ano. Apesar das contingências provocadas pela pandemia, continua a ter a ambição de superar os 14 milhões de euros e de chegar a uma equipa de 350 pessoas.

De que forma a askblue se está a adaptar a este novo contexto de pandemia da Covid-19?
Conseguimos, num curto espaço de tempo, adaptarmo-nos bem a este novo contexto. Felizmente, as características do nosso negócio permitem que seja possível realizar a totalidade do trabalho remotamente. No entanto, tivemos de garantir algumas condições para que não houvesse quebra de produtividade. Por um lado, acesso à totalidade dos sistemas informáticos dos nossos clientes, o que demorou cerca de duas a três semanas, e, por outro lado, ajuste das metodologias de trabalho que permitissem aos nossos colaboradores continuar a trabalhar em equipa, apesar de separados fisicamente.

Uma vez que a nossa atividade requer uma grande interação com o cliente ao longo do projeto, foram também adaptadas e replaneadas as reuniões de trabalho. Assim, estas passaram a ser mais curtas e mais frequentes.

Ao nível da gestão da empresa e dos departamentos, também tivemos de nos adaptar. O objetivo principal foi manter a rotina, o acesso visual através de ferramentas de colaboração e vídeo chamadas, manter a motivação de todos e a comunicação entre equipas.

Finalmente, dinamizámos a comunicação interna, através da nossa rede social interna, aumentando a frequência de informação e promovendo e incentivando a participação.

“(…) as maiores conquistas que tivemos foram conseguir ser uma empresa apelativa para captar e reter os melhores profissionais (…)”

Que balanço faz destes sete anos de atividade? E que conquistas tem no horizonte para os próximos sete?
O balanço é muito positivo. Consideramos que as maiores conquistas que tivemos foram conseguir ser uma empresa apelativa para captar e reter os melhores profissionais, e, ter a confiança dos clientes para desenvolver projetos críticos e de transformação. Esta deverá ser também a base da fórmula para atingir o sucesso no futuro.

Para os próximos sete anos, o nosso objetivo é desenvolver e crescer nos mercados internacionais, e aprofundar a nossa presença nos setores não financeiros. Queremos reforçar o nosso reconhecimento como uma empresa de referência em Portugal, quer pela sua capacidade de propor soluções de valor acrescentado, quer pela qualidade e experiência dos seus profissionais.

Sabemos que, para continuarmos a crescer a um ritmo acelerado, vamos ter de lidar com novos desafios, nomeadamente manter o nível elevado de qualidade dos nossos serviços, apostar na especialização técnica e funcional, desenvolver ofertas competitivas e sermos inovadores.

Quais os países  regiões que são neste momento a aposta da askblue ao nível da internacionalização?
O Norte da Europa e Estados Unidos. Em ambos os mercados já temos parceiros estabelecidos e projetos em curso.

Quanto faturaram no último ano e o que mais contribui para os resultados?
Faturámos 10,8 milhões e o setor financeiro foi o mercado que mais contribuiu.

“Acreditamos, com a base de informação de que dispomos atualmente e a incerteza associada, que iremos continuar a crescer este ano a dois dígitos (…)”

Quais as perspetivas para este ano? Vão conseguir atingir ao 14 milhões de euros como previsto?
As perspetivas para 2020 eram muito positivas antes de conhecermos esta situação da pandemia. Já foi apurado o primeiro trimestre deste ano e estivemos em linha com o planeado, tanto em volume, como em margem, tendo sido o melhor trimestre de sempre da empresa.

Hoje em dia, o futuro é menos previsível. Sabemos que o nosso setor não é dos mais afetados diretamente, mas os clientes, uns já nesta fase e outros mais tarde, vão sofrer impacto negativo na sua atividade, quer pela redução da faturação quer pelo aumento de custos e, portanto, no futuro poderão recorrer a menos serviços externos.

No entanto, pelo facto de a askblue estar maioritariamente a prestar serviços “core business” em grandes clientes, que dão suporte à atividade diária, não é previsível que os nossos serviços sejam muito afetados. Acreditamos, com a base de informação de que dispomos atualmente e a incerteza associada, que iremos continuar a crescer este ano a dois dígitos, mas tudo dependerá, naturalmente, da evolução da situação ao nível sanitário e, em seguida, da saúde.

Quantos clientes têm atualmente? E quais os setores predominantes?
Temos 33 clientes ativos e o setor predominante é o financeiro, mas temos vindo a desenvolver soluções e projetos em áreas muito diversas, de que é exemplo o retalho.

Quais as soluções da askblue mais requisitadas?
As respostas às solicitações do mercado são apresentadas em quatro vertentes distintas. Em primeiro lugar, numa abordagem de consultoria, propondo o desenvolvimento de projetos de melhoria do desempenho através da reorganização e otimização dos processos de negócio. Uma segunda abordagem é tecnológica, desenvolvendo soluções à medida em plataformas OutSystems, Java e Microsoft .NET.

Outra das vertentes é a gestão da manutenção e evolução do parque aplicacional dos nossos clientes, para o qual temos o nosso askblue technology center (ATC), garantindo deste modo a adoção de novas tendências de mercado, tais como a transformação digital. Por último, e complementando as equipas dos clientes, reforçamos as mesmas com profissionaid da askblue que disponham das skills necessárias nas mais diversas áreas técnicas, metodológicas e funcionais.

As empresas nacionais têm já a capacidade de lançar desafios e de analisar propostas de valor?
As empresas nacionais com que trabalhamos são, em média, extremamente bem organizadas e geridas, tendo profissionais exigentes e competentes. Nesse sentido, os projetos que desenvolvemos são complexos e desafiantes, do ponto de vista do negócio e também do ponto de vista tecnológico.

”(…) é hoje uma realidade a afirmação das fintech e a necessidade que as entidades tradicionais têm de se transformar para não perderem a sua posição de liderança”.

Numa altura em que as fintech começam a ganhar, cada vez mais, relevo em Portugal, a askblue poderá ser o parceiro certo para transformar uma organização e dotá-la do que é necessário para competir neste setor?
As entidades financeiras tradicionais estão hoje amarradas ao seu “legacy system”, a uma pesada estrutura organizacional e têm de estar continuamente a dar resposta aos requisitos regulatórios exigidos pelos bancos centrais. No entanto, é hoje uma realidade a afirmação das fintech e a necessidade que as entidades tradicionais têm de se transformar para não perderem a sua posição de liderança.

A askblue é claramente um parceiro ideal para apoiar as entidades financeiras no seu processo de transformação. Temos várias vantagens neste processo: conhecemos o negócio do setor financeiro, o que nos permite ter abordagens inovadoras, pensar nos desafios do futuro e, simultaneamente, que estas abordagens sejam compatíveis com os requisitos regulatórios. Adicionalmente, dominamos as atuais e novas tecnologias permitindo, desta forma, implementar dentro do “time to market” os novos modelos e serviços que se venham a adotar.

Quais são as características que permitem que uma empresa, apesar de jovem, tenha conseguido implementar-se de forma tão efetiva?
Creio que a razão do sucesso se deve a um conjunto de fatores. Em primeiro lugar, temos uma equipa com uma grande experiência, conhecimento do mercado e reconhecimento. Estes fatores levam a que os clientes tenham confiança nas equipas da askblue com que interagem, que asseguram uma elevada qualidade da entrega. Por último, ou eventualmente até em primeiro lugar, pensámos grande desde o início, definindo uma estrutura organizacional a pensar no crescimento da equipa e da organização.

“Cometer erros faz parte do processo de crescimento da empresa e devem ser compreendidos e corrigidos (…)”

Olhando para trás, o que faria de diferente, se tivesse oportunidade?
De forma geral, considero que as decisões mais importantes foram bem tomadas. Incluo aqui as fundamentais, ou seja, a estratégia e posicionamento da empresa, a nossa organização e oferta, etc. Esta é a vantagem de termos iniciado a atividade com uma equipa de gestão com experiência.

No entanto, e como é natural, também fizemos algumas escolhas que se revelaram menos acertadas, como a do primeiro ERP, que não se revelou adequado, de algumas parcerias que não eram as melhores para o mercado português, e alguns profissionais que não se adaptaram ao nível de exigência pretendido e à cultura empresarial. Cometer erros faz parte do processo de crescimento da empresa e devem ser compreendidos e corrigidos de modo a que a organização se torne cada vez mais eficiente.

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Mercados favoráveis à estratégia da askblue

Mercados favoráveis à estratégia da askblue

A consultora nacional, askblue fez contas aos proveitos obtidos em 2019 e anuncia um encaixe de 10,8 milhões de euros, o que representa um crescimento de 42%, relativamente ao ano anterior. O mercado internacional terá sido decisivo para o desenvolvimento positivo do negócio da empresa, que admitiu ter vindo a aumentar a sua presença além-fronteiras com projetos em diferentes áreas e em geografias atractivas como o Médio Oriente e o Norte da Europa. «Já estão em curso projetos relevantes no Dubai, na Arábia Saudita e na Holanda», destaca a empresa em comunicado.

O setor Financeiro continua a ser o grande foco de crescimento do negócio, mas a diversificação para os segmentos da Indústria, Serviços e Utilities já representa algum peso no volume de negócios, prometendo manifestar-se de forma mais proeminente no próximo ano fiscal. Em termos de projectos, ao apoio ao desenvolvimento de novos negócios, ao reforço da cadeia de valor e à optimização e transformação do desempenho operacional, juntam-se a digitalização e a continuidade do negócio dos clientes, que serão prioridades reforçadas em 2020.

Satisfeito com a operação e qualidade da inovação produzida pela askblue durante 2019, Pedro Nicolau, CEO da empresa, traça um futuro promissor sustentado pelo desenvolvimento de «projetos estratégicos e regulamentares em grandes clientes do setor financeiro nacional», e pelo reforço da aposta em mercados mais sofisticados.  Os objetivos são claros:

«Continuar a crescer, responder aos novos desafios dos clientes, especialmente os novos relacionados com a digitalização, de forma a conseguir responder aos desafios estratégicos e aos específicos desta altura por parte dos clientes.»

Portugal continua ser a principal fonte para aprofundar o conhecimento da empresa, inovar e adquirir referências em áreas novas. A askblue foi distinguida pela Outsystems com o prémio de “Melhor Solução Inovadora da Indústria”, pelo desenvolvimento de uma solução de gestão de benefícios para a Mercer. Também, fruto da parceira com a tecnológica Scytl, implementou com sucesso a solução de voto eletrónico para suportar a eleição do Bastonário da Ordem dos Advogados.

O cenário de prosperidade da askblue em 2019 foi também marcado pelo crescimento orgânico. A empresa aumentou a sua equipa de 230 para 290 colaboradores, uma evolução que foi impulsionada pelo número de projetos adjudicados durante o exercício e pela aposta de contratação de trainees recém-licenciados ou com mestrado em diversas áreas de engenharia, com um substancial investimento na sua formação, nomeadamente através de parceiras com instituições especializadas, tais como, o Instituto Superior Técnico. Entraram na empresa 38 colaboradores com este perfil em 2019. 

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Desenvolvimento centrado em negócio com Story Mapping

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Desenvolvimento centrado em negócio com Story Mapping

Story Mapping é uma técnica que consiste em criar e priorizar user stories, do ponto de vista dos utilizadores e alinhadas com as necessidades de negócio. Adélia Santos explica as vantagens da sua aplicação.

Uma das vantagens da implementação do desenvolvimento de software em Agile é a divisão de grandes conjuntos de requisitos em fatias mais pequenas e verticais de funcionalidades, permitindo uma construção incremental do produto e em que todos os participantes podem acompanhar o resultado do trabalho realizado em cada iteração.

Esta visibilidade ajuda a incentivar uma maior participação dos utilizadores e áreas de negócio no projeto. No entanto, quando começamos a decompor os requisitos, a construção do product backlog pode ficar confuso e ter consequências negativas, uma vez que facilmente se pode perder a visão geral do produto, o que o software deve fazer e como as user stories se devem relacionar de forma coerente, podendo levar ao desenvolvimento de um software que não adiciona valor a negócio.

Story Mapping é uma excelente técnica que consiste em criar e priorizar user stories, do ponto de vista dos utilizadores e alinhadas com as necessidades de negócio.

O ovo de Colombo do story mapping

Story mapping é um método inventado por Jeff Patton e consiste numa técnica utilizada em desenvolvimento de software em Agile, que ajuda a equipa a entender e sistematizar o âmbito do projeto. Complementa as atividades de uma equipa Scrum permitindo reunir uma lista de objetivos na perspetiva do cliente e com o foco no valor de negócio. Um workshop de story mapping é realizado em sessões de dois a três dias, dependendo do objetivo que se pretenda atingir, devendo ser realizada com a equipa técnica, Product Owner, Business Analysts e especialistas de UX.

Vantagens do Story Mapping

Visão global – disponibiliza uma visão holística e espaço para pensar em como as user stories se relacionam;
Versatilidade – pode ser utilizado em várias fases de um projeto, como, por exemplo, num workshop inicial para sistematizar a visão de produto ou aplicado num contexto mais reduzido para redefinir e priorizar as user stories que integram o product backlog;
Conhecimento partilhado – permite construir um entendimento partilhado das funcionalidades a desenvolver e como estas se relacionam. Faz com que os participantes compreendam melhor a visão do produto e promove o debate entre as áreas de negocio e as equipas de IT;
Foco no valor de negócio – permite identificar as dependências e prioridades entre user stories, evitando que a entrega de uma funcionalidade fique condicionada pela dependência de outra, que embora com menor valor de negócio possa impedir a utilização do produto pelos utilizadores.

Criar um Story Mapping

Na construção do story mapping é criada uma visualização simples que suporta a discussão, começando a debater-se os objetivos, as grandes ideias e princípios do produto a desenvolver.

Ao longo do eixo horizontal, e por prioridade, são descritas as atividades que o utilizador pretende realizar no software. No eixo vertical os detalhes associados a cada atividade, que ajudam a criar um backlog mais refinado. A dinâmica é centrada nos utilizadores e fomenta o debate sobre a melhor forma de entregar valor de negócio no mais curto espaço de tempo.

O resultado é uma estrutura simples, em forma de matriz, que conta uma história da esquerda para a direita e a divide em detalhes de cima para baixo.

Narrar a história numa perspetiva futura, i.e., tendo como pressuposto de que forma os utilizadores pretendem realizar as atividades no software a desenvolver, permite explorar os detalhes e as opções, reduzir lacunas, identificar dependências entre atividades e repriorizar o trabalho a desenvolver.

Esta técnica permite ainda identificar o conjunto de funcionalidades que garantem a entrega de uma primeira versão do software que constitua o MVP(Minimum Valuable Product), garantindo entregas significativas e que permitam aos utilizadores realizar uma jornada.

A principal prioridade no desenvolvimento de software em Agile consiste em satisfazer o cliente através da entrega antecipada e contínua de valor. É uma estratégia baseada em colocar o cliente no centro do negócio.

Adélia Santos
Advanced Certified ScrumMaster da askblue

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International Law Firm Vieira de Almeida Prepares for a Digital Future with OutSystems

International Law Firm Vieira de Almeida Prepares for a Digital Future with OutSystems

The firm needed to find a more viable solution. After an assessment of other BPM tools, interactions with OutSystems’ partner askblue evidenced that low-code application development was a better way forward.

Leading Portuguese law firm Vieira de Almeida (VdA) wanted to improve the efficiency of key business processes and free-up its lawyers so they could focus more on adding value for their clients. With OutSystems, the firm has designed and implemented case management and workflow tools that automate and accelerate critical legal processes. But more importantly, VdA is working with OutSystems as a platform to prototype and implement new digital initiatives that will help it thrive in a fast-evolving legal landscape.

Breathing New Life into Old Processes

Challenge – Running a fast-growing business can be exhilarating, but rapid growth doesn’t come without challenges. VdA, one of Portugal’s leading law firms, has experienced fast growth first-hand. With a 40-year track record of providing outstanding legal representation and advice, the firm’s services are highly sought after. Just over the last three years, the firm has increased its headcount from 350 to 500, to handle the growing demand registered both domestically and through its overseas partnerships.

Although VdA’s lawyers are experts in their respective areas of legal practice, they still need to carefully follow established legal procedures in meticulous detail.

The firm was burdened with processes that tied up lawyers with routine administrative tasks. For instance, every time one of VdA’s clients had an interaction with the Portuguese courts, lawyers had to retrieve notifications published in Citius—the national online court management system—feed them into the firm’s document management system, create workflow schedules, and assign tasks to individual lawyers.

This repetitive process was an obvious candidate for automation, but the firm’s attempts to increase efficiency using a business process management (BPM) tool had not been very successful. “The BPM suite we had was very difficult to manage and was not user-friendly,” explains Rui Alves, CIO at VdA. The firm needed to find a more viable solution. After an assessment of other BPM tools, interactions with OutSystems’ partner askblue evidenced that low-code application development was a better way forward.

Moving Beyond BPM, with Low-Code

Solution – The greater flexibility of the OutSystems platform was a critical factor in VdA’s decision to switch to low-code rather than continue its BPM project. The firm has ambitious plans to transform its business through digital technology, so the ability to build a wide range of applications and integrate with all kinds of systems would be vital.

We chose OutSystems because it’s not just a BPM tool. It offers us a strong tool to orchestrate complex case management workflows, but it’s also a platform that will enable us to deploy other new initiatives faster and more easily—and within the same technology stack,” says Rui. “We don’t want to have one tool for each process; we want one tool for all our processes, and for the new solutions we intend to build.

Three askblue developers and a project manager took 16 weeks to deliver the process solution for VdA’s litigation practice area, and subsequently built solutions for four other practice areas over the next three months. The new solutions integrate with robotic process automation (RPA) technology from UiPath to automate the manual effort of retrieving court notifications and setting up schedules and workflows. VdA’s lawyers now have a clearer visibility of their pending tasks in each case and have more time to spend delivering value to clients.

This is an exciting step forward for VdA, positioning the firm in a digital leadership role in its market. “This is the first time a Portuguese law firm has successfully applied RPA to its litigation case management application,” says Muriel Faden da Silva, Head of Quality & Innovation at VdA.

Just three months after go-live, 100 lawyers are already using the new system and the feedback has been very positive. “I’ve had a lot of comments about how much faster and easier to use it is compared to the old BPM tool,” says Pedro Pires Fernandes, senior associate from the litigation practice area. “It’s simpler for lawyers to see the deadlines for all the tasks they need to complete, and they no longer have to do any of that upfront data retrieval and input work.

A Platform for Efficiency and Transformation

Results – As lawyers become accustomed to using the new solution, VdA expects to achieve very high efficiency gains. “The integration between our OutSystems applications and the RPA technology will save us several hours every day,” says Rui. “That’s extra time that our lawyers can spend using their expertise to achieve the best outcomes for our clients.”

Making existing processes more efficient is a critical goal for the firm, but Rui has his sights set on longer-term strategic objectives, too. “We’re on a transformation journey—a gradual adoption of digital tools and new ways of working—so integration between applications and having the agility to change what’s already been built is very important,” he explains. “OutSystems gives us those capabilities, as well as the ability to deploy web and mobile apps, which will be essential as our transformation journey continues.

This digital transformation platform will be critical for VdA’s future. Over the next few years, the Portuguese law sector will see competition from new players, such as consulting firms, offering many of the services traditionally provided solely by law firms.

To remain competitive, VdA will need to evolve, but Rui is confident the firm is ready for the challenge. “We have numerous initiatives that we have already implemented and several ones in the pipeline to help transform the way we do business,” he reveals.

OutSystems is set to play an important role in that transformation, giving us a platform to prototype and implement new ideas. This is bigger than just process improvement—with OutSystems we’re now able to innovate more easily, and I’m excited about what we’ll achieve in the future.

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askblue de novo galardoada, pela OutSystems em 2019, com o prémio Most Innovative Industry Solution

askblue de novo galardoada, pela OutSystems em 2019, com o prémio Most Innovative Industry Solution

A OutSystems homenageou os vencedores do Low-Code Innovation Awards de 2019 nas suas conferências NextStep, realizadas recentemente em Denver e Amsterdão. Os vencedores foram nomeados para as regiões das Américas, EMEA e APAC, representando uma ampla variedade de indústrias e casos de uso inovadores de low-code.

Os OutSystems Innovation Awards reconhecem, honram e comemoram as organizações e pessoas que usam OutSystems para tornar as TI mais proativas, produtivas e essenciais para a criação de valor para o Negócio e impulsionar a inovação.

Os vencedores deste ano destacaram-se nas suas respetivas categorias, exibindo inovação inigualável usando a plataforma OutSystems. Os vencedores e as categorias dos Prémios de Inovação deste ano são:

Melhor Tranformação Digital

  • BRI Security, with OutSystems partner Phoenix Services
  • Colliers International
  • EDP S.A. – Energias de Portugal
  • Powerhouse Retail Solutions, with OutSystems partner Do iT Lean
  • Randon Implementos e Participacões
  • Schneider Electric

Melhor Solução Inovadora da Indústria

  • Chevron, with OutSystems partner Do iT Lean
  • Fujitsu GPMO, with OutSystems partner Providit
  • KBC Bank New York, with OutSystems partner Truewind
  • Mercer Portugal, with OutSystems partner askblue
  • Randstad Brazil, with OutSystems partner Digital Alchimia

Maior Impacto no Negócio

  • Banco Santander Consumer Portugal, with OutSystems partner KPMG
  • GloboSAT
  • Granger Construction, with OutSystems partner Netlink
  • Liberty Insurance
  • Obayashi Road Corp., with OutSystems partner BlueMeme
  • Sispro
  • ZS Associates, with OutSystems partner Netlink

Melhor Uso das Tecnologias Emergentes

  • Analytics2Go, with OutSystems partner Digital Alchimia
  • Jeronimo Martins, with OutSystems partner Truewind
  • Wayne Brothers, with OutSystems partner Do iT Lean
  • Sys Manager

Melhor Modernização do Legacy

  • CEABS Servicos
  • EDP Brasil, with OutSystems partner Mind Source Brasil
  • Prosegur Seguridad, with OutSystems partner Babel
  • ShawCor, with OutSystems partner Do iT Lean
  • Surbana Technologies
  • Western Australia Department of Health, with OutSystems partner Kiandra

Excelência em Mobile

  • Astra Credit Companies, with OutSystems partner Ifabula Digital Kreasi
  • CommunO2
  • FWD Philippines
  • GEMS Education, with OutSystems partner Enterprise Touch
  • Pathway Vet Alliance, with OutSystems partner Truewind

Maior Retorno de Investimento

  • Landus Cooperative, with OutSystems partner Persistent Systems
  • MN Services, with OutSystems partner IG&H
  • Melhor Experiência do Utilizador
  • Lucro, with OutSystems partner Truewind
  • Sompo Seguros
  • Sakata Seeds, with OutSystems partner CTC
  • Thinkmoney

Mais Rápido Time to Market

  • JTC Corporation
  • Medtronic, with OutSystems partner Noesis
  • New York Life, with OutSystems partner Sense Corp
  • OrthoBanc, with OutSystems partner Do iT Lean
  • Wheels

No seu oitavo ano, os vencedores do OutSystems Innovation Awards são selecionados entre os Clientes que usam a plataforma OutSystems de maneiras inovadoras e digitalmente transformadoras. O grupo dos vencedores deste ano do Innovation Awards mostra como a utilização de OutSystems pode transformar os negócios e gerar sucesso sem paralelo.

“Os nossos Clientes reinventaram os seus negócios, alcançaram níveis sem precedentes de ROI e estão inovando sem limites”, disse Carlos Alves, diretor de clientes da OutSystems. “Estamos honrados em ouvir estes casos de uso inovadores dos nossos Clientes e reconhecer empresas, parceiros e indivíduos que utilizam a nossa plataforma de low-code para permitir que empresas de todos os tamanhos transformem os seus negócios”.

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Equilíbrio entre pessoas e tecnologia

Equilíbrio entre pessoas e tecnologia

Empresa portuguesa de consultoria, a askblue tem como objetivo apoiar as empresas e organizações nos processos de transformação digital, bem como na definição das suas estratégias de estruturação de negócio. Uma conversa com Ana Rosado, senior partner da askblue, que nos dá uma perspetiva da evolução da empresa e dos motivos por trás do seu sucesso.

Como começou o projeto da askblue?
A askblue foi fundada por quatro sócios – Pedro Nicolau (CEO), Sofia Bastos Santos, Rui Couto e eu própria – todos com forte experiência de Consultoria e Gestão. O caminho de crescimento que temos feito ao longo destes anos tem sido percorrido por e em conjunto com os clientes. Atualmente já contamos com uma equipa de mais de 200 colaboradores, doa quais uma elevada percentagem de perfis séniores, com as competências e conhecimentos para endereçar os mais complexos desafios tecnológicos e de negócio. E, apesar de termos começado com um forte foco no mercado financeiro, temos vindo a desenvolver projetos, de forma crescente, em outros setores de atividade, como sejam a saúde e o retalho.

Quais são as vossas principais áreas de oferta?
A oferta da askblue abrange as áreas de Consultoria, Tecnologia e Outsourcing. Dada a evolução do mercado e fruto do pedido dos clientes, a empresa lançou uma nova unidade de negócio, dedicada à área de Operações já em 2019. Esta unidade, liderada pelo novo partner, Miguel Freire, incorpora a área de Application Management, responsável pela manutenção evolutiva e suporte aplicacional core e o askblue technology center (ATC), um centro de suporte focado na manutenção de aplicações, e que visa prestar um serviço remoto de manutenção evolutiva e corretiva de aplicações criadas pela askblue ou por terceiros. Esta nova estrutura constitui um sólido exemplo da experiência profissional diversificada de toda a equipa, reconhecida pela sua competência no desenvolvimento de projetos, seja em ambientes nacionais e internacionais, em contextos organizacionais de grande exigência e complexidade.

A empresa tem vindo a crescer de forma contínua. Qual é a base da estratégia de crescimento da askblue para o futuro?
Desde o início que temos apostado na diversificação, e consideramos neste contexto quer a evolução das áreas de negócio quer dos verticais endereçados. A nova unidade de negócio de Operações é claramente parte dessa visão de crescimento que temos para os próximos anos. Adicionalmente, foi criada uma nova unidade para gerir os principais clientes e o mercado internacional, sendo a internacionalização um dos vetores de crescimento para o futuro. Esta estrutura tem como principal responsabilidade coordenar e promover as diversas ofertas nestes mercados, sendo que inicialmente teremos uma equipa dedicada que irá trabalhar prioritariamente alguns mercados específicos. Reforçámos também a nossa equipa de recrutamento para conseguirmos captar os melhores recursos ao ritmo dos novos desafios que nos apresentam, sem nos esquecermos dos desafios que a retenção de talento representa atualmente. Um objetivo de sempre – sermos um parceiro dos nossos clientes na consolidação do seu Presente e na construção do seu Futuro.

 
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