Miguel Freire

Um líder é mais exigente consigo do que com os outros

Miguel Freire 52 anos, é o novo sócio e diretor de Operações da askblue.

Já fazia parte da equipa mas vai agora reforçar a sua estrutura societária e de gestão. Miguel Freire, que nos últimos anos geriu a área de consultoria de negócio da askblue vai liderar a nova unidade de negócio da consultora tecnológica portuguesa, focada na manutenção aplicacional. Ao assumir o cargo de diretor de Operações Miguel Freire toma-se também sócio (partner) da empresa. Na sua nova missão estará focado em “dar resposta às constantes evoluções de mercado e às alterações legislativas que têm impacto diário nas aplicações informáticas, cada vez mais complexas. quer do ponto de vista tecnológico quer funcional”, explica.

Formado em Matemáticas Aplicadas e com um percurso de 30 anos de carreira em funções de gestão e coordenação de projetos. Miguel Freire torna-se sócio da askblue num contexto de crescimento da empresa e de diversificação da sua oferta, que deu origem à criação da unidade de Operações.

A estrutura agora criada integrará duas áreas distintas, a Manutenção Aplicacional e o askblue technology center, um centro de suporte implantado em Lisboa e Coimbra (no Instituto Pedro Nunes), que está focado na manutenção evolutiva de projetos nas tecnologias Outsystems e .NET/SQ. Além da gestão e desenvolvimento das operações da empresa, o novo diretor terá como responsabilidade adicional “o desenvolvimento de parcerias, nomeadamente internacionais, orientadas para o reforço da abrangência geográfica e dos modelos de serviços e soluções“, acrescenta.

Gestor experiente – com empresas como a Accenture ou a Oni Telecomunicações no currículo, sempre em cargos de gestão – Miguel Freire tornou-se pela primeira vez líder de equipas aos 31 anos. Hoje como nessa época sabe que a base para construir negócios de sucesso é saber conduzir os profissionais ao sucesso. É por isso que assume como ambição profissional “fazer crescer os profissionais a nível pessoal e profissional. fazendo-os superar de forma progressiva e adequada novos desafios e responsabilidades, incentivando a sua proatividade, positivismo, integridade, ritmo e elevando assim a excelência da empresa como um todo”. Trata-se, enfatiza, “de criar oportunidades de crescimento e desafio adequadas à ambição de todos os elementos da sua equipa”.

Reconhecido entre pares como um líder pragmático, muito focado em resultados e no cumprimento de objetivos, Miguel Freire diz-se mais exigente consigo do que com os outros e defende que esse deve ser o perfil do bom líder. Uma função cuja razão de existir é ajudar as equipas a atingir o seu potencial máximo de desempenho.

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