AskBlue duplica no ano passado e atinge receitas de 4 milhões de euros

Com o arranque ultrapassado com sucesso, a AskBlue avança agora para uma outra etapa de crescimento e de alargamento das áreas de operação. Satisfeita com o ritmo de crescimento, a consultora também coloca na agenda a internacionalização.

As receitas da consultora tecnológica e de negócio AskBlue quase duplicaram, no ano passado face a 2015, atingindo quatro milhões de euros, revelou ao Jornal Económico o CEO da empresa, Pedro Nicolau.

Pedro Nicolau refere que estes resultados traduzem um “forte crescimento” da operação.

Em 2016, destacou-se a parceria com o Banco CTT. O envolvimento da AskBlue passou por serviços de consultoria de negócio e operacional, mas também por consultoria em sistemas de informação para assegurar o funcionamento, e ainda, operacionalização de processos de backoffice.

Já sobre 2017, o responsável avança que têm vindo a crescer de forma consolidada e a alargar a operação. “Prevemos a continuação da tendência de crescimento em volume de negócios em todas as ofertas”. Como resultado, acrescenta, a equipa de consultores, com perfil maioritariamente sénior, cresceu para um total de 120 profissionais.

Ainda sobre o futuro a curto prazo, Pedro Nicolau esclarece que a Askblue não nasceu apenas para Portugal. “É natural que, fruto da evolução da oferta e dos clientes com que temos vindo a trabalhar, venham a surgir novas oportunidades de crescimento e de projetos, também em mercados internacionais. Esse é claramente um objetivo para o ano em curso e também para 2018”, reforça.

A Askblue nasceu em 2013 com oferta em três áreas: Negócio, TI e Outsourcing Especializado. Estas três áreas foram delineadas logo desde o início da atividade da empresa e são lideradas por cada um dos restantes sócios fundadores: a área de negócio é liderada pela Sofia Bastos Santos, a de TI pela Ana Rosado e o Outsourcing Especializado pelo Rui Couto. A justificar esta opção, o responsável salienta que são áreas complementares, com sinergias entre si. “Podemos iniciar a relação com um cliente pela área de negócio, por exemplo num projeto de diagnóstico de conformidade com a nova regulamentação de proteção de dados e, numa segunda fase, apoiar o cliente com projetos de transformação tecnológica, exigindo o envolvimento das áreas de TI e Outsourcing”, esclarece.

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